Sinais de Fumaça
   Tunel do tempo 2

De Memphis, me transportaria a Londres 66, 67. Os Beatles e os Stones dominavam a cena mas fugiria um pouco dos grandes e alugaria um quartinho a duas quadras do UFO Club e tentaria um emprego de lavador de pratos, garçom, ou qualquer outra coisa. Morrer antes de ficar velho. De lá acompanharia os shows dos iniciais Pink Floyd e veria Syd Barrett caminhando para o outro lado do espelho. Ajudaria os caras no desenvolvimento das luzes de palco, serviria bebidas para Paul McCartney e passaria a andar pela fria Londres atrás de Who, Hendrix, Cream, etc. Faria amizade com um dos técnicos de som de Abbey Road e tentaria acompanhar um pouco das gravações do Revolver, do Pepers e do The Piper at the Gates of Dawn. Me despediria da cidade depois das gravações de Rock and Roll Circus.



Escrito por Sinais de Fumaça às 17h41
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   15 anos mais novos

É bom ouvir o REM soar pesado mais uma vez. É bom para os ouvidos o peso e a velocidade em "Accelerate", décimo-quarto trabalho da mais consistente banda do planeta. Você pode até reclamar de "Around The Sun" mas a discografia do REM é praticamente impecável. Ver uma banda com quase 30 anos de carreira produzir algo tão fresco é maravilhoso.

Depois do play, você é brindado com "Living Well Is The Best Revenge", em uma palavra: porrada! O melhor cartão de visita. "Man-Sized Wreath", a segunda faixa, mantém o nível alto e o sorriso no rosto. A dobradinha Mike Mills e Peter Buck enchem os falantes ajudados por Scott McCaughey e Bill Rieflin.

E quando você já esta feliz pra caramba com as duas primeiras chega ao seus ouvidos "Supernatural Superserious", o primeiro single do disco. Dá vontade de dançar, de cantar, de gritar, de jogar os braços sem sentido e sentir o sabor de mais uma grande canção do REM que Michael Stipe definiu como "hino geek".

 

"Hollow Man" chega calma, com a beleza, apenas piano e voz e depois explode. É bom ouvir Michael Stipe gritar, quanto mais ele grita melhor fica o disco, melhor fica a música. A levada do REM é inconfundível, marca uma geração, transforma e apaixona. "Houston" passa tranquilamente e entrega para "Accelerate". Mais uma vez a urgência se faz presente e Stipe não tem outro caminho a seguir senão acelerar. Candidata forte a melhor do disco.

"Until The Day Is Done" é uma balada típica da banda, já "Mr. Richards" tem uma guitarra pesada, em comum a veia de protesto político da banda. "Sing For The Submarine" tem citações de "Electron Blue" e "It's A End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)", com andamento lento e marcado. Tudo vai para o espaço quando "Horse To Water" começa. Simples, direta, o mais próximo que o REM pode chegar do velho punk. Dá vontade de ouvir muito no repeat. Para fechar, "I'm Gonna DJ", suja, rápida e com uma bela pegada.

Em resumo, "Accelerate" é um disco redondo, muito bom, muito bem executado, que vai estar na lista de melhores de 2008, que diverte muito e que te deixa com vontade você pegar os outros discos dos caras para curtir o altíssimo nível da canções destes caras de Athens.



Escrito por Sinais de Fumaça às 13h30
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   A vida como ela é

Somos de natureza má. No Estadão de hoje. A policia investigou 5 meses a morte do segurança José Adriano Menezes chegou a Robson Pereira Granja, um motoboy de 26 anos. Robson era casado com Cristiane Rodrigues Souza que teve um caso com Adriano. Eles trabalhavam no ambulatório do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na Vila Mariana, e, em 2007, foram flagrados namorando em um banheiro. Como punição, a faxineira foi afastada e o segurança, transferido.

Enciumado, Robson contratou o frentista Evangelista Pereira da Silva, que matou Adriano com cinco tiros no ambulatório do hospital. O mandante tentou livrar a cara do amigo e assumiu o crime mas duas testemunhas reconheceram o Evangelista. Robson pediu ao amigo que executasse a vítima porque temia ser reconhecido.

O que seria "apenas" um crime passional tem requintes Rodriguianos quando a polícia prendeu Robson. Assumir o crime foi mera formalidade, pois Robson trazia a confissão tatuada, com um troféu, em seu braço direito. Dois meses depois de mandar matar o José Adriano, pensando estar livre da polícia, Robson mandou tatuar o nome de sua vítima em cima de um caixão e da data do crime: 21 de novembro de 2007.

A vida como é 2

Está em O Globo. O (a) americano(a) Thomas Beatie nasceu mulher, mas resolveu mudar de sexo. E Thomas se transformou a base de muito hormônio e bisturi. Ele(a) retirou os seios e foi submetido a terapia com testosterona mas manteve os órgãos sexuais femininos. De repente Thomas resolveu que deveria ter uma família, queria ser pai(mãe), foi au uma clínica, fez uma inseminação e embuchou.

A gravidez já dura 22 semanas. Thomas e a esposa, Nancy, esperam uma menina para julho. A mulher não tinha condições de engravidar. Thomas conta que, pela situação inusitada, os médicos não queriam dele(a). O aspecto bem masculinizado e a barriga enorme de Thomas são alvos de olhares insistentes por onde quer que o casal passe. Eles vivem em Bend, no estado do Oregon. O nome do doador está sendo mantido em segredo.

 



Escrito por Sinais de Fumaça às 12h43
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   Momentos da História - 1

Existem momentos da História do mundo que o centro do universo pode estar na porta da sua casa. Se tivesse acesso ao túnel do tempo viajaria paera alguns lugares só para absorver a cena, ver como se comportavam as pessoas, saber como era a vida antes do Big-Bang e ver ele acontecer bem ali, diante dos olhos.

Começaria viajando de carona de caminhão para Memphis, Tennessee, por volta de 1954. Alugaria um quarto em frente a Sun Records, bem no centro da cidade. Deixaria a janela aberta e não ligaria a luz do quarto só para curtir o Neon da gravadora piscando nas paredes brancas descascadas e o som das gravações de Elvis, Carl Perkins, Jerry Lee, Roy Orbison. Da janela poder ver os cadillacs chegando e ouvindo as brigas pelo direito das vendas. Acompanhar a briga para ser o Rei do Rock, com direito a pianos queimados, escândalos e muito sanduíche de pasta de amendoim.

Amanhã tem mais.

 



Escrito por Sinais de Fumaça às 15h53
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   O que não se faz por dinheiro?

O Queen anunciou seu primeiro álbum de estúdio em, 13 anos. Depois de excursionar em 2005/06 com Paul Rodgers, Brian May e Roger Taylor estão gravando agora um novo trabalho com o vocalista. A produção será em 6 mãos e deve sair em primeiro de setembro. A "banda" ainda sai em turnê por 28 estádios da Europa para celebrar esta bela obra caça-níquel.

Sinceramente, não dá para aceitar o Queen sem Freddy Mercury, é como ver o Doors sem o Morrison. Acho que quando alguém de uma banda morre todos os outros deveriam ser mortos, fuzilados, metralhados, jogados ao mar com os pés amarrados, abandonados sangrando no meio do oceano numa zona repleta de tubarões brancos e outras coisinhas simples assim.

antes

depois



Escrito por Sinais de Fumaça às 19h34
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   O primeiro grande disco do ano

Uma das maiores bandas do planeta, que o Kiko e a Barbara tiveram a honra de ver em Nova York (muita inveja!), surpreende o mundo e anuncia o lançamento de seu próximo álbum para a semana que vem. "Consolers of the lonely" vai ser o sucessor do sensacional "Broken boy soldiers", melhor disco de 2006, e estará a disposição de todos em 245 de março. Se você conseguiu não ouvir Raconteurs nestes dois últimos anos sabia que Jack White, Brendan Benson, Patrick Keeler e Jack Lawrence fazem rock and roll da melhor qualidade. Imperdível!



Escrito por Sinais de Fumaça às 17h03
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   Space Oddity

Quanto mais o tempo passa mais eu gosto desta música. Adoro a contagem regressiva d começo, a voz de David Bowie, o solo econômico, em dias como hoje é bom embarcar no calmo desespero do Major Tom.



Escrito por Sinais de Fumaça às 14h37
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   Que show

Este pode ser o principal show de 2008. Leonard Cohen anunciou os planos para a primeira turnê em 15 anos, prevista para começar em Toronto em 6 de junho. A turnê do canadense vai incluir passagem pelo Festival Glastonbury, Opera House de Manchester, Montreal e uma série de concertos na Europa.

A última apresentação confirmada da turnê é em Viena em 29 de agosto, mas a expectativa é que sejam acrescentados outros shows. Dificilmente Cohen vai passar pela América Latina, mas se você estiver pela Europa no verão vale a pena separar uns Euros para ver o cara. No set list: "Hallelujah", "Sisters of Mercy", "Bird on a Wire" e "Suzanne".



Escrito por Sinais de Fumaça às 12h35
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   Mika

Foi num daqueles seriados americanos da Sony que ela começou a prestar atenção. Começou baixinho, lá no fundo, e foi crescendo enquanto a câmera passeava por um cenário vazio.

- Triste demais isso!

- Mas nem tudo é assim.

Há muito tempo aquele pianinho estava percorrendo os ouvidos dele. Era uma coisa muito diferente do gosto dele. Dó, Sol, Lá Menor e Fá. Quatro notas que conduzem a uma das mais belas músicas do ano passado que ela se apaixonou aos poucos.

Este cara ai é pop, estranho, tem um timbre incrível, viveu como cigano (nasceu no Líbano, cresceu na França, aos 15 foi para Inglaterra) e produz aos montes doces músicas prontas para serem consumidas. Se você gosta de pirulitos, maçãs do amor, algodão doce, chiclete puxa-puxa, a balas muticoloridas, vale a diversão.



Escrito por Sinais de Fumaça às 16h04
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   Entrei pelo Koni

Depois da sessão de "Onde os Fracos não tem vez" a fome bateu e mais uma vez ficamos perdidos entre as muitas opções do fim de noite de quarta-feira no Rio de Janeiro. Bibi foi rejeitado, o Jobi não tinha mesa, a Guanabara eu me recuso (sou paulista e pizza de pão Pullman eu como em casa, muito mais barato e muito melhor). Depois de muita deliberação fomos ao Koni Express provar a nova mania da cidade.

Com "tantas" opções no Baixo Leblon, quase meia noite, era de esperar uma casa cheia e estava (é verdade que 10 minutos depois a casa ficou lotada com espera). Na pequena mesinha nos acomodamos (4 pessoas) e partimos para o pedido. UM Koni de Shitake, um de Rosbife de atum com shoyo e mel, um de hot-california e um de Salmão com mel e amêndoas, um guaraná , uma água com gás, e duas cervejas. 5 minutos depois chegaram a água e uma cerveja. A primeira pergunta da mesa foi:

- E o Guaraná?

- Guaraná? (retrucou a garçonete) Você pediram?

Não foi preciso uma resposta, bastou a cara de "como assim?" para a delicada garçonete dar meia volta revoltada e bufando para ver o que aconteceu. A cerveja que estava faltando foi pedida aos gritos, com a nossa atendente longe, muito longe...

Mais um pouco de espera e chega a segunda remessa. A mesa estava um pouco escura e acho que a menina er a meio míope, por isso ela praticamente cheirava os cones para decifrar que era que. Não tenho nada contra a saliva alheia, mas na minha comida não acho o molho especial. Bom, depois de perdigotos e fungadas, dos 4 cones um errado (o de shitake) e mais uma cara de "não to acreditando da garçonete. Um pouco depois veio, o que demorou a chegar foi o molho shoyo mas isso é porque o bar tem umas 10 mesas e apenas um recipiente de shoyo, mas quem vai querer shoyo com comida japonesa?

Bom, um Koni só não enche a barriga de ninguém e resolvemos partir para a segunda rodada. Nesta hora, metade da torcida do Fluminense já tomava o Baixo mas mesmo assim a fome falou mais alto. Foram mais 3 Konis salgados e um doce. O pedido veio rápido mas todo errado. Depois de uns dois minutos de cheiradas e babadas finalmente convencemos a "animada" garçonete que este era o pedido de outra mesa. Coitados, penso que estes Konis vieram com muito molho extra.

Quando finalmente o pedido chegou ele veio mais uma vez errado, de novo com o de Shitake. Acho que o... Como se chama o fazedor de Koni? Koniman? - enfim, acho que para o cara, shitake tem que ser acompanhado por salmão. Volta o errado, chega o certo, acaba a cerveja, a conta e pedida, o sono chega, a impaciência chega, uma porrada de gente chega e espera mesa, a dor nas costas chega, graças a confortável cadeira, e nada da conta. Só 20 minutos e 3 garçonetes depois finalmente pagamos.

Bom, para quem gosta de experiências exóticas, o Koni Express é uma grande pedida.



Escrito por Sinais de Fumaça às 15h44
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   Muito mais pesado que o ar

Depois do fracasso da franquia Free Willy e da carreira de modelo de globo terreste, Léo Jaime está de volta, no Rio, gravando um novo disco. O nome de maior peso dos anos 80, Léo Jaime tem em sua biografia grandes músicas (Fórmula do Amor, A vida não Presta), algumas atuações como ator e momento histórico de ter dado o primeiro orgasmo à Monique Evans. Segundo a reportagem redonda no Segundo Caderno de O Globo, Léo, que rodou e rolou pelo planeta na década de 90, está em nova fase e produzindo um material redondinho para 2008. A idéia é além de lançar o trabalho em Cd, Léo produza algumas cópias, patrocinadas pela Skol, no bom e velho bolachão redondo-rodondo.



Escrito por Sinais de Fumaça às 14h28
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   Teletransporte

Oito da noite na capital paulista, as luzes do Estádio do Palmeiras se apagam e o som dos 35 mil fiéis é um só: Iron! Iron! Iron!. Do outro lado da ponte aérea pessoas discutem os principais lances do clássico, Muricy justifica a gloriosa vitória contra o Mirassol, Valdívia chora e eu estou preso a cadeira, vendo o tempo passar e tentando me transportar para longe, pensando no show que não vi.

Somewhere Back in Time World Tour 2008" é a turne do Iron tocando clássico da banda na década de 80. O set list engloba os clássico "The Number of the Beast" (1982), "Piece of Mind" (1983), "Powerslave" (1984), "Somewhere in Time" (1986) e "Seventh Son of a Seventh Son" (1988). Passei boa parte da adolescência ouvindo estes disco. Mesmo apaixonado pela simplicidade do punk, os solos do Iron sempre estiveram presentes na minha vida. Adoro os caras, ouço até hoje.

Enquanto o jogo do vasco era minuciosamente analisado ficava imaginado o palco do Iron com a mistura das capas destes discos e as várias faces de Eddie. Podia sentir o cheio da chuva que antecede o show, ver o gramado cheio, o clima de comunhão. As camisetas pretas, as cabeleiras já gastas e não tão cheias, o cuidado para balançar a cabeça (já que na segunda nós, jovens senhores teríamos que voltar ao dia-a-dia). O túnel do tempo foi apenas imaginário este ano, bem diferente de 2001 no Rock in Rio, mas mesmo assim valeu para me fazer escapar dos vestiários intermináveis, das explicações e teorias sobre o que vale ou não na ética do nosso glorioso esporte bretão.

Enquanto na Itaperu os destaques da rodada de domingo eram apresentados, lá em Neverland, a maior banda de Metal do mundo abria os trabalhos com "Aces High". Podia ouvir a voz poderosa de Bruce Dickinson nos meus ouvidos, dava para sentir Steve Harris detonado o baixo e os solos clássicos de Adrian Smith muito bem acompanhado por Dave Murray e Janick Gers.

Logo depois, enquanto os gloriosos Smurfs comentavam o posicionamento do árbitro em um possível pênalti, os caras executavam "2 Minutes to Midnight", a minha preferida, uma das mais perfeitas músicas já feitas. A galera ia ao delírio, os solos eram cantados juntos, 79 mil pulmões (alguns já bem detonados) acompanhavam o maestro Bruce.

E vida que segue, lá teve "Revelations" e "The Trooper", aqui Joel Santana e Sergio Guedes. Lá Bruce declara amor ao Brasil e cobre o rosto com a bandeira brasileira, aqui aparecem os rostos de Borges, Deda e Tardelli. Lá eles detonam "Wasted Years", "The Number of the Beast" e "Can I Play with Madness", aqui eles comentam Adriano, Bóvio e Diogo Rincon.

Será que foi impedimento? A comemoração foi provocação? O time deveria poupar ou não os titulares? Respeito ou desrespeito? Dúvidas debatidas em sério tratados de filosofia. enquanto nossos "gregos" discutiam os épicos no Olímpo eu imaginava a energia da platéia ouvindo "Rime of the Ancient Mariner" - poema épico do escritor inglês Samuel Taylor Coleridge - e chegando ao gozo com o solo de Harris no meio da música.

E este bate-bola continuou. aqui Atlético Mineiro e Ituiutaba, lá "Powerslave". Aqui Guarani e Internacional, lá "Heaven Can Wait". Aqui Criciúma e Metropolitano, lá a espetacular "Run to the Hills". Aqui eu correndo para fugir as 22 horas e 26 minutos, lá todos esticando o tempo para ouvir "Fear of the Dark" "Iron Maiden" com direito a invasão de campo de The Eddie travestido de ciborgue, da fase "Somewhere in Time".

A prorrogação na Gsat se de com gols de Paraná, Bahia e Pará (pena que Pernambuco não chegou tempo). Não deu tempo nem de sonhar com o bis que teve "Moonchild", "The Clairvoyant" e "Hallowed Be Thy Name". Após duas horas de espetáculo, Dickinson agradece aos brasileiros pela noite maravilhosa. Pelos cabos e satélites do Brasil Luiz Carlos se despede dando os destaques da semana checai de futebol.

Quando encerro o relatório e fecho o computador penso que o caminho de casa poderia ser muito mais feliz.



Escrito por Sinais de Fumaça às 12h16
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