Ike Turner ficou mais conhecido por sentar a porrada na ex Tina do que pelas
belas músicas que o casal gravou. Ike e Tina mostram seu talento em memoráveis
gravações como "A Fool In Love", "River Deep, Mountain High", "Proud Mary",
"Blues Roots", "Nutbush City Limits" e "The Gospel According to Ike and Tina".
O cara começou a carrreira com 11 anos, aos 20 participou
ao piano do disco de Jackie Brensten "Rocket 88", de 1951 (considerado um dos
primeiros discos de rock and roll), e este ano ganhou o Grammy de melhor álbum
de blues, por "Risin' With the Blues". Uma bela carreira que teve seu grande
momento ao lado das belas pernas de Tina.
Uma das coisas que adorava quando era pequeno era o programa dos Muppets. Amava, dava muitas risadas e me divirto até hoje. Nada é melhor que Miss Pig e seu tradicional: "Caaacccooooo!!! Oh!!! Caaacccoooo!!!". Impagável, em português melhor ainda.
Nesta tarde, navegando entre problemas e pensamentos encontrei um vídeo clássico, um encontro entre "Porcos no Espaço" e o elenco de "Star War". Simplesmente impagável, vale cada gargalhada e faz você entender como se forma a mente de um Nerd.
Estas são as 20 músicas que os fãs do Led Zeppelin gostariam de ouvir no show
de retorno da banda hoje. Eu tentei um dos 20 mil ingressos mas não fui
sorteado. Resta agora torcer para este set list chegar ao Brasil.
No palco só três caras, Sting, Andy Summers e Stewart Coppeland, e muita competência. Stewart Coppeland inventou um jeito diferente de tocar bateria, sua maior qualidade é não gostar de solos e no Maracanã mostrou que ainda vai influenciar muita gente. Sting é um front man, um cara que consegue vender até cds de aboé, já não tem a mesma voz - em muitos momentos ela não conseguiu chegar ao tom original apesar do esforço retratado pelos belos telões - já não dá os mesmos pulos, mas abandonou os índios e conduziu com perfeição seu contra-baixo e uma platéia de 70 mil pessoas. Só que o grande nome de sábado no Maracanã foi o senhor Andy Summers. A 24 dias de completar 65 anos, o senhor Summers mostrou que solos de guitarras podem ser criativos, bem executados e precisos sem a necessidades de caretas e bobagens pirotécnicas. Deve ser chato demais jogar Guitar Hero com as execuções de Andy Summers mas é muito bom ver o cara dando vida mais uma vez ao Police.
O Show do Maracanã foi bom mas não foi um dos meus top 10, apesar de ser o melhor show em matéria de som em grandes estádios. Alto e limpo, beirando a perfeição. O set list não tinha como ser diferente. Hits e mais hits. Da abertura com "Message in a Bottle" e "Synchronicity 2", passando por "Don't stand so close to me" com uma levada mais lenta (característica de algumas músicas), "Every little thing she does is magic", "Do, do, do, da, da, da", "Invisible sun", "Can't stand so close to you" e "Roxenne", o trio mostrou que está muito bem ensaiado, com passagens perfeitas, e que sabe conduzir uma platéia. O primeiro bis trouxe a bela "King of Pain" com direito a xilofone de Coppeland (que também tocou em Walking on your footsteps" e a deliciosa "So Lonely". O último bis o mega clássico "Every Breath You Take" e "Next to You", a primeira música do primeiro álbum. Com um set list deste não tem como perder, ainda mais quando estão no palco três dos melhores e mais experiêntes músicios do planeta.
Quem esteve no Maracanã viu duas horas de um show muito bem executado, muito bem produzido, com luz e som perfeitos, com belos efeitos visuais, mas achei que faltou um pouco de empolgação e a culpa disso é a grande área vip que existe entre o gramado e o palco. Uma área enorme para pouco perde muito do calor daqueles que passam horas na fila e querem ver os ídolos na cara do gol. A área vip é formada por gente que vai ao show sem aquele tesão de fã de carteirinha e como os verdadeiros loucos ficam longe, no caso do Maracanã muito longe, a banda não sente aquela energia toda e o fã fica com vontade de matar todos aqueles que estão vestidos de abadá em um show de Rock.
"Laços", de Flávia Lacerda, foi o vencedor do do concurso internacional de curtas-metragens do YouTube. O projeto pedia para internautas criarem curtas de até 7 minutos e respeitassem 3 regras criadas pelo cineasta Jason Reitman, de "Obrigado por Fumar".
"Laços" venceu a eleição direta via internet deixando pra trás 11 filmes americanos, quatro espanhóis, dois ingleses, um italiano e um canadense. A história, que tem roteiro de Adriana Falcão e fotografia de Felipe Reinheimer, tem uns furinhos mas vale a pena ser vista.