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Sei lá Chove nesta sexta noite no Rio. Chove demais. Aliás tá chovendo a semana inteira. Chove e faz frio. Tô quase congelando. No meu ouvido Sarah McLachlan canta Blackbird. Melancolia. Nas televisões, um jogo chato tenta chamar a minha atenção. Da janela, ao lado do meu compuador, não vejo a rua. O vidro quase intransponível me proteje do perigo externo. Mas quem vai me proteger dos fantasmas aqui de dentro. Não tem vidro intransponível, não tem colete salva-vidas. O que existe é apenas o velho walkman que continua, mesmo com a bateria baixa, tocando sons do século passado, mas com uma roupa diferente. Será que devo sonhar com o que sonho? Será que devo imaginar o que imagino? O que existe no final? Michael Stipe diz: Everybody Hurts. Sei lá. Sei que quero e vou voar. Stereophonics não vão me deixar cair. Pode continuar chover, daqui a pouco o sol vai nascer, e se o dia vier nublado, vou pegar um avião e foda-se.
Trinta anos (Herbert Vianna) Chove à noite, chove Os dois pés no chão Só me faltam nove Só resta a visão Ordem, quem quiser se vire, ordem Eu vou atrás de mim Vale tudo, Vale livre, pasmem! A voz que me disse sim Dorme à noite, dorme Só eu é que não Quadro que comove Olhos, pés e mãos
Ainda ontem, ainda há uma chance A vida vive em mim Bem maior tão desigual, bastante E torna a dizer sim Eu disse: eu te amo Me senti no chão São os trinta anos E este colchão E uma onda que não muda nunca A dor que vai e vem São remotas sensações longíquas Agora eu lembro bem
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h38
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Saco nada de química Reações químicas intercelulares. Código genético alterado. Reconfiguração das ligações neurológicas. Corpo sendo reconstruído. Dependência física. Dependência química. Perda momentânea da razão. Dificuldade de respiração. Lógica perdida em um segundo. Conceitos desmoronados. Você sabe quem você é? Não adianta análise. Não adianta busca espiritual, nem o Caminho de Santiago. Não adianta o sabor da cerveja. Sem drogas, sem álcool, sem dopagem. Tudo é natural. Um labirinto sem fim. Um caminho sem marcas, com cicatrizes. Sem terra, sem céu. Seu corpo mudando, sua mente mudando. Novos sentimentos e padrões. Novas reações imediatas. Ato-reflexos desconhecidos. Atitudes não são mais suas. Pensamentos não mais te pertencem. Mutantes. Garras, pêlos, odores, unhas, secreções. A fronteira do desconhecido bem a sua frente. O passo no vazio. A queda. A doce sensação do vento no seu rosto e o abismo que nunca acaba. Marcas, dor, prazer. Sensibilidade em cada poro. Um grito em silêncio. A implosão. O branco no pensamento. Um tapa na cara. O Orgasmo. Perdido no meio do nada. O espaço na velocidade da luz. Azul, negro. Medo? Estar feliz. Simplesmente feliz. Simples assim.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h39
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Mudar Em um encontro com Baco, a vida mudou. O vinho naquela noite foi provado por apenas uma das bocas (pelo menos diretamente). Uma garrafa que serviu de companhia para a revolução. Em um encontro com Baco o som se transformou. Mudou a luz da noite. O sereno tomou conta da madrugada. Palavras que nunca foram ditas, portas abertas se surpresa. Calmaria transformada em tempestade. O Olho do furacão trouxe o calmo caos do universo. Em um encontro com Baco o medo do novo e o sorriso da descoberta. Tudo aquilo que você queria ouvir. Tudo aquilo que você queria viver. Tudo aquilo que você queria sentir. Em um encontro com Baco caminhos por uma cidade que parecia pequena. Como o banco de um carro, como o destino de uma existência. O mundo ficando perfeito em um gole, em um preciso de você. Em um encontro com Baco desejos foram realizados. O gosto inédito da boca, dos seios, do desejo. O inédito prazer da dependência. De uma nova existência, da descoberta da Vida. Hoje é dia de celebrar. De comemorar o próximo encontro com Baco. Um encontro diferente, de duas bocas que aprenderam a se conhecer. Um encontro para brindar a certeza de apenas uma existência, de uma vida, de nós.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h35
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Mais uma vez acabei na escada, sem beijo, sem nada, as vezes a vida é malvada, para estas horas existe a cevada, gelada e um sofá, no canto da casa...
Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h39
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Ser feliz Era um galão de cinco litros. Um daqueles velhos galões que os carros carregam em viagens longas, meio manchado de graxa e muito sujo. Um galão verde completo, que ela carregava no colo com carinho e desejo. Como se mimasse um namorado. Uma forte atração, um desejo incontido. Lentamente, ela se despiu, se livrou do casaco de couro negro. Não teve muito problema de se livrar da saia, nem da blusa vermelha. Não usava sutiã, a calcinha branca de algodão foi tirada com cuidado e dobrada com atenção. Nua, começou a se banhar com o líquido guardado no galão. Era um banho doce, daqueles que as mulheres toma antes de encontrarem seus amantes. A gasolina escorria lentamente por sua pele branca (de quem não tomava sol há muito tempo). Os cabelos, longos e negros, já estavam totalmente envolvidos com o forte cheiro. Seu colo estava brilhante e a gasolina passeava entre suas coxas e suas pernas. Ali, na frente de todos, ela se banhava, sem medo, sem vergonha, com um prazer que causava terror em quem passava. Com as mãos molhou seus seios e encharcou seu sexo. Seus pelos, depilados há dois dias com cera quente, ficaram com um forte cheiro. Limpa, realizada, feliz, deixou as últimas gotas do galão escorrer pelo seu rosto, como se fossem lágrimas. Não existia um sorriso, seus olhos não revelavam medo. Ela estava pronta, molhada, limpa, realizada. Se abaixou com cuidado. Voltou a ficar de pé. Seus olhos se fecharam por um segundo. A chama surgiu de suas mãos e cresceu rapidamente. Não existia o grito. Não existia a dor. Apenas uma coloração azul, revelando o forte calor e a realização de uma vida. Ali, na calçada, ela estava feliz.
Nada a ver Sonhos podem ser terrivelmente reais. O pior é acordar com o gosto salgado do medo e da perda na boca e não ter uma mão para segurar. Sonhos ruins e noites solitárias são uma triste combinação. Quero uma cabeça no meu ombro como forma de proteção.
Odeio Combinar coisas e não cumprir.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h10
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Quem sabe? Bom, ontem dei mais uma enganada com DJ, no aniversário de um colega no velho Buka (AI Menotti, o bar é tão bom que deixam um louco como eu bancar o DJ). No repertório o bom e velho rock and roll. Sempre corre um frio na barriga na hora de assumir uma pista e colocar a galera para dançar, mas a brincadeira foi boa, a pista esteve cheia e muita gente se divertiu. Quem sabe isso não vira um hobby sério? Só que para isso, vou ter que dividir o set com o grande Kikito, que manteve o nível em alto impacto e ainda serviu de cupido para dois casais apaixonados que insistiam ficar na pista.
Cdzinho Novo Um dos maiores nome da música brasileira volta ao Cd. Fred Zero Quatro invade as lojas e bem breve o meu CDplayer com: O Outro Mundo de Manuela Rosário. Este pode ser o último trabalho de um dos criadores do Mangue Beat em Cd. Depois só Via Internet.
Ingresso Foi caro mas é imperdível. ColdPlay no Atl no dia 4 de setembro. Show decente em um lugar decente, com som decente. O preço é foda, ma vale a pena. Ouvir, ao vivo, com o louco do Chris Martin ao piano,
Educação Sentinental Ouvindo no rádio, preso no trânsito, em homenagem a uma blusinha branca de alcinha que me fez acordar feliz mesmo dormindo duas horas apenas:
Eu ando tão nervoso pra te escrever Os versos mais profundos Eu roço no seu braço e passo sem mexer Feliz por um segundo É sempre a mesma cena Só te ver no corredor Esqueço do meu texto Eu fracasso como ator Só dou vexame Fico olhando pros seus peitos Escorrego na escada, Acho que assim não vai dar jeito Educação Sentimental Eu li um anúncio no jornal Ninguém vai resistir Se eu usar os meus poderes para o mal Eu treino a tarde inteira O que é que eu vou falar Quando eu estiver no telefone Naquela hora em que o assunto acabar Não posso entrar em pane Te levar pra cama e te dizer coisas bonitas Vai ser tão simples quanto eu vejo nas revistas Que falam de amor como uma coisa tão normal Como se não passasse de um encontro casual
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 21h52
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O Tiro vem do vizinho O problema da violência urbana nas grandes cidades brasileiras tem suas origens na criação das cidades brasileiras, que excluíram as periferias as classe de menor poder aquisitivo e os problemas sociais. A maior prova disto é a cidade de São Paulo, onde centenas de jovens morrem em conflitos durante os finais de semana, sem que o governo tome alguma atitude para modificar esta realidade, principalmente por estes crimes não acontecerem nas regiões centrais da cidade, perto da classe média. A periferia paulista fica a margem de qualquer processo de valorização, não dando oportunidade para milhares de adolescentes que acabam excluído pelos problemas econômicos do país e pela proximidade do serviço militar. Com esta marginalização, o poder constituído deixa de existir, e o único modo de ascensão social passa a ser o crime, organizado ou não. As autoridades ignoram este problema, por uma visão de exclusão, que não considera o jovem da periferia como um ser humano com direito a vida. A modificação deste cenário passa por uma total reformulação do processo de educação das escolas e a necessidade de inclusão dos jovens entre 14 e 18 anos na sociedade, principalmente criando meios de expressão e oferecendo o primeiro emprego. Comments: >getComments('6023912');
Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h09
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Paulinho e a saudade Paulinho da Viola não sente saudade. Que sorte tem o compositor. Será que é possível viver sem saudade? Será que é possível viver sem amor? Este versinho bobo é para marcar esta sexta cinza. Roubaram meu almoço, roubaram meu humor. Na geladeira a coca-cola está sem gás. Faltam três dias. Sei que deveria estar feliz, mas tem horas que não dá. O tempo está passando e está cada vez lento e mais chato. Tedioso como as madrugadas. Até a companhia do Hélio Gaspari está ficando insuportável. Preciso de adrenalina. Ta acabando, eu sei. Sacrifícios, todos temos que fazer. Mas por que? Pra que? Será que vale a pena? Não me venham com Pessoa, quero a realidade crua. Quero cheiro da rua. Quero tato, paladar. Quero ver. Não aguento telefones. Preciso me cortar e ver o sangue escorrer, só para ver como ele está escuro. Só para sentir se o gosto ainda é doce. Viva a crise de abstinência. Viva a demência. Vamos enfrentar o medo e viver. Como diria Cazuza: Só se for a dois. No cdplayer não toca Barão. Procuro a resposta em quem não sente saudade, mas entende o que é solidão.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h47
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Sr Eugenio, o careca Bom, tinha a intenção de escrever um texto sério, emotivo, contando como foram este 31 anos de convívio com meu pai. Mas depois da foto do velho no sem fim é impossível escrever algo muito sério. Bom, posso dizer que não tive um pai, tive um amigo, um irmão mais velho, afinal, o louco me teve com 20 anos. Sabe o que é chegar aos 20 e ter um pai de 40? Este é meu velho, que usa um cabelo (ou o que sobra dele) comprido, brinco e agora resolveu aprender andar de windsurf e velejar. Bom, me velho é assim. Um puta cara, um amigo que vive se preocupando com seus filhos, mesmo eles tendo 31, 27 e 24. O cara que vive inventando curso e mais curso pra gente fazer. Olha que até curso de história da matemática eu fiz. Vou lembrar sempre da cara do coitado quando disse que iria prestar o vestibular para Música Popular. Mas ele nunca foi contra. Velhão, você é foda e te amo demais.
Por falar em Pai Meu amigo, irmão mais novo, moleque que me enche de orgulho Rodrigo Savazoni - quase o décimo dedo do Lula - está grávido. Bom, na verdade é a bela Lia, grande amiga e mulher deste louco inchado, que está gerando um zigotinho. Digos, você sabe que te amo e que tô feliz pra caralho por vocês. Lia, se cuida. Você vai ficar linda de barriguinha, parecida com a do Digão. Vocês merecem muito e tenho certeza que este filho vai ser tão mágico como vocês são. Boa Sorte Amigos!!!
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h46
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Valeu Velhão! Segunda tem texto proce!!!
Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h58
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Este Pan Colombo já chegou na República Dominicana por acaso, a viagem já foi um caos total. 500 anos depois resolveram fazer os Jogos Pan-Americanos neste pequeno país, ao lado do Haiti. Não dá pra fazer nada do lado do Haiti. Se os Dominicanos fossem organizados já teriam despejado o Haiti para uma outra ilha e tomado toda a pequeña Españolita. Bom, este Pan não vale muita coisa, os Estados Unidos não vão com a equipe principal de porra nenhuma, mas eu gosto do Pan. Eu gosto de ficar até as 3 da matina na redação e ver o jornal mudar a cada cinco minutos. Eu gosto de assistir um jogo, escrever sobre outro, editar um terceiro, tudo ao mesmo tempo. Eu amo a adrenalina de editar um vt e cinco minutos e correr pelos corredores da Globosat desesperado cm um Vt que vai entrar em um minuto. Pela adrenalina de uma prova de 800 metros e pela festa da conquista da primeira medalha de ouro. Que coisa mais boba! Eu gosto do Pan, pelas gordinhas do vôlei de praia, pelas atletas que perdem de WO porque não sabem o horário de um jogo ou pegam um ônibus errado. Amo o Pan, pelo gelo nas piscinas, pelos bois e cavalos na quadra do vôlei de praia, pela falta de ar-condicionado nas instalações esportivas e pela falta de energia na Vila. Amo o Pan, pelo clima de improviso não só em Santo Domingo, mas também na Itaperu. Este com certeza foi o clima nas 3 caravelas de Colombo antes de chegarem a Santo Domingo. Mesmo com a falta de tempo para o lazer. Mesmo não vendo minha namorada a mais de três dias, Mesmo não podendo beija-la de noite, quando estou preso na redação. Mesmo sem tempo para escrever neste blog. Mesmo sem tempo para escrever sobre qualquer coisa que não seja esporte. Mesmo assim eu amo este Pan. Pode ser uma competição meia boca. Pode ser uma zona total. Mas é do cacete ver o que o Basquete Brasileiro fez a noite passada, ver a exibição da Daniele Hypólito. Todo atleta brasileiro é um vencedor só por ser atleta. No Pan, eles recebem um pouco de carinho e as pessoas acabam conhecendo um pouco de sua história. E eles merecem. Qualquer conquista brasileira no esporte merece ser destacada, é uma vitória de alguém que luto contra tudo neste país. Ta bom, o foda mesmo é ganhar uma medalha Olímpica, mas isso é para países organizados, com uma estrutura esportiva incomparável. Temos tanto que melhorar aqui que investir em esporte não pode ser prioridade. Por isso eu amo o Pan. Não vamos cair no ufanismo bobo, mas é muito legal. Que agora venha Atenas, ai sim, vou me matar de trabalhar, vou assistir os 2135 esportes nos 8 canais do Sportv. Enquanto isso, alterno meu mal-humor com esta adrenalina boa de quem esta fazendo um Pan. Não tem jeito, por mais que reclame, é isso que eu gosto, é da porra da adrenalina que eu amo.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h48
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Fantasia, é dia de festa! Hoje é dia de vestir a fantasia. Hoje é dia de colocar terno e gravata, com direito a sapato e cinto combinando. Hoje é dia de dar uma aparada na barba e no cabelo. Hoje tem casamento. Não conheço a noiva, nem sei quem é o noivo, só sei que a boca é livre e é no Copacabana Palace. Como diriam os conterrâneos: É nóis, mano!!! Acho um saco ter que se fantasiar para estas cerimônias, mas entendo que faz parte do rito e que devemos respeitar. Na boa, se pudesse iria de jeans, camiseta e tênis, mas vale o terno azul-marino, a camisa azul-royal e a gravata amarela. O sacrifício tem a suas compensações. Muita bebida de graça, um rango maneiro, algumas poucas músicas na pista de dança, algumas pessoas legais e principalmente a minha namorada vestida de longo-preto. Eu não vi, mas estou imaginando. Bom, o casório é cedo, e a festa é daqui a pouco e o porre é inevitável. Belo jeito de começar o Pan. Ainda bem que não vai ter anti-doping para editor.
Show Nada como ter total controle de uma platéia. Ontem, no Canecão lotado, Los Hermanos mostraram que não se pode perder um jogo em casa. Nada de super-hits. Ana Júlia foi deixada de lado (seria uma síndrome de Kurt Cobain?). As músicas do Ventura cantadas em voz alta, as músicas do Bloco berradas, pouca coisa - indispensáveis - do primeiro Cd. Um show calmo e vibrante. Só faltou Primavera, mas beleza!
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 14h18
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