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A MELHOR DOS 90 A Virgin pediu aos seus ouvintes indicações para as melhores músicas da década de 90. Uma votação democrática, na Inglaterra, principal celeiro de boas bandas e composições do mundo. Bom, deu Oasis na cabeça. Wonderwall é, para os ouvintes de Virgin, a melhor música da década passada. Eu adoro Oasis. Gosto dos caras pra caralho. Adoro o jeito que eles roubam descaradamente os acordes dos Beatles. No Rock in Rio, eles fizeram um show de saco cheio, putos por tocarem antes do Guns, com quatro músicas a menos que o previsto, mas maravilhoso. O som tava uma merda, mas valeu muito a pena. Noel e Liam de saco cheio. Um típico show do Oasis. Não foi tão maravilhoso quanto o do Kiko na Inglaterra, mas foi muito bom. A segunda eleita é outra deliciosa Bitter Sweet Symphony, do Verve, seguinda pela única banda americana citada entre as 10 primeiras, Everybody Hurts, dos veteranos REM. O que é Michael Stipes cantando esta múscia. O clip é do cacete. Voltando a lista, os irmãos Gallagher ainda tiveram Don't Look Back In Anger e Whatever entre as 20 primeiras. Os Chillip Peppers também colocaram 3 entre as 20 tops. By The Way (7), Californication (13) e Give It Away (17). Entre as mjinhas preferidas de sempre Creep (6) do Radiohead, Parkfile (8) e Song 2 (18, do Blur, Trouble (10) e In My Place (11) do maravilhoso Coldplay - quando vamos ver estes caras no Brasil? - e Last Night (16), dos Strokes. A ilsta é bem legal, mas faltou Nirvana, não existe nenhuma lista top 10 sem Smells Like Teen Spirit. Segue as 20 melhores para quem gosta de fazer aquele Cdzinho caseiro delicioso. Tem presentinho especial daqui a duas semanas com direito a capa especial.
Os 20 melhores dos anos 90 1 OASIS Wonderwall 2 THE VERVE Bitter Sweet Symphony 3 REM Everybody Hurts 4 OASIS Don't Look Back In Anger 5 TRAVIS Why Does It Always Rain On Me 6 RADIOHEAD Creep 7 RED HOT CHILI PEPPERS By The Way 8 BLUR Parklife 9 STEREOPHONICS The Bartender And The Thief 10 COLDPLAY Trouble 11 COLDPLAY In My Place 12 MANIC STREET PREACHERS Design For Life 13 RED HOT CHILI PEPPERS Californication 14 OASIS Whatever 15 OCEAN COLOUR SCENE The Day We Caught The Train 16 THE STROKES Last Nite 17 RED HOT CHILI PEPPERS Give It Away 18 BLUR Song 2 19 U2 Beautiful Day 20 PULP Common People
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h36
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Me deixaram burro demais O Domingo Legal é o campeão do ranking de denúncias da campanha "Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania", coordenada pelo deputado Orlando Fantazzini (PT-SP). Domingo Legal recebeu 157 das 805 denúncias, conforme balanço divulgado hoje no site da liderança do PT na Câmara dos Deputados. As principais reclamações contra o Domingo Legal referem-se ao apelo sexual e ao sensacionalismo. Incrível? Apelo Sexual na Banheira do Gugu? Impossível? Gugu sensacionalista? Acho que mostrar uma família que vive em um carro durante 10 minutos é denúncia e não sensacionalismo. Um doce para quem adivinhar quem está em segundo lugar nas denúncias. Você disse João Kléber e seus Canal Aberto e Eu Vi na TV, da Rede TV!? Parabéns, estes dois exemplos de programas didáticos e de alto teor educativo somou 115 denúncias. Também foram citados, Big Brother (97), Ratinho (SBT), Faustão (Globo), Sérgio Mallandro - isso ainda existe? (Rede TV!), Márcia Goldschmidt (Bandeirantes), Zorra Total - como alguém perde tempo vendo esta porcaria? - (Globo), Sônia Abrão (SBT) e Cidade Alerta (Record). A próxima etapa da campanha vai ser entrar em contato com as redes de TV para discutir mudanças na grade e no teor dos programas. Alguém acredita que vai dar certo? Não havendo entendimento, a idéia é convencer patrocinadores a abandonarem os programas campeões de denúncia. Se você quiser denunciar algum programa basta acessar www.eticanatv.org.br ou pelo telefone (0800-619-619). Vou ligar agora para denunciar o Globo Esporte e o Troca de Passes.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h24
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Do lado do Metrô Ontem fui ver Carandiru, o bom filme de Hector Babenco. Gostei. Um filme bem realizado, com ótimos atores, Só que Carandiru não é nem de perto Estação Carandiru. O Livro do Dr Drauzio Varella me encantou quando comecei a ler. Foram horas seguidas de leitura, como se tivesse que termina-lo para uma prova no dia seguinte. Foi assim que li O Homem da Máscara de Ferro e me arrependi. Com Estação, simplesmente não tinha largar, era até o final. Este é o problema do filme do Babenco. Tem horas que você pode dar um pause e voltar a assistir no dia seguinte. Lembro da única vez que entrei no presídio. Ainda no colegial, convite de um professor para poucos alunos. Lembro do cheiro de umidade e da total sensação de sufocamento que senti quando você passa pela Administração. Lembro de não ter muita coragem de olhar diretamente nos olhos das pessoas e lembro o quanto eu sai triste e transformado. No filme, esta sensação se perde. Não me senti preso em um filme feito dentro de uma prisão. Estranho. A violência parecia tão suave. Será que eu estou perdendo um pouco da sensibilidade? Pode até ser. Ontem, pela manhã, enquanto eu estava no cinema, uma guerra foi travada no morro ao lado do meu trabalho. Se a vida real já não me deixa tão assustado, imagine a ficção.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 14h51
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Feriadão Ontem recebi a informação que o Rio de Janeiro chegou ao limite de Feriados permitidos por lei. Não sabia que a Constituição Nacional determinava um limite de Feriados para uma cidade. O Rio tem feriado pra caramba. Tem o famoso Dia de Zumbi e agora o Dia de Ogum, disfarçado de Dia de São Jorge. Sim, um vereador devoto de Ogum criou o feriado e para agradar os evangélicos e católicos, disfarçou de Dia de São Jorge. Só que São Jorge não é mais Santo Católico e os Evangélicos não cultuam Santos. Mesmo assim,. 23 de abril, passou a ser feriado dedicado ao Santo que matou o Dragão. A lei deve ter sido aprovado, porque todo mundo já matou seu Dragão alguma vez na vida.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h20
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Bem grande pra você "Moramos na cidade também o presidente e todos vão fingindo viver decentemente". Renato Russo começava assim a boa Tédio com um T. O Biquini também cantou o Tédio. Este é meu drama. Um dia eu fico sério e me atiro deste prédio. Já os Inocentes disseram que tem dias que a vida parece Coca Cola sem gás. Bom, o tema hoje é saco cheio. Saco cheio como o de agora, sentado na frente deste micro, de mal humor, louco para sair daqui e ver pessoas muito mais interessantes. Acho que estou precisando de férias. O que me assusta é que este ano, o intervalo das minhas férias é menor. Foram apenas 11 meses. Sei lá. Tem horas que minha euforia infantil da lugar a uma vontade de não fazer porra nenhuma. Hoje está sendo assim. Um dia amarelo, velho e empoeirado.
Só para Contrariar Abro a página principal da uol e vejo a seguinte chamada: Só Pra Contrariar Visite o site do grupo e ouça o novo CD, que traz versão de Lenny Kravitz
Depois, vou até a página dos caras e leio: Grupo mineiro fala sobre o lançamento do novo CD, "Produto Nacional". O disco traz canções inéditas na voz de Fernando Pires, entre elas "Minha Fantasia", versão da música "It Ain't Over Till It's Over", do Lenny Kravitz, que está entre as 10 canções mais tocadas nas rádio brasileiras.
Sempre defendi uma tese que certas músicas deveriam ser proibidas de serem regravadas. Algumas por serem clássicas e qualquer regravação não pode chegar aos pés dos originais. Outras porque o autor não tem nada a ver com o versor. Alguém consegue imaginar Lenny Kravitz em um pagode? Alguém consegue ver o Alexandre Pires em um show de rock? Não dá. Não ouvi a versão, nem quero ouvir, mas deve ser tão boa quanto Hey Jude do Kiko, ou as duas versões de Será, com a Simone e o outro grupo de pagode que não me lembro o nome. ]
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 21h57
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Fechando o domingo com Leminski você está tão longe que às vezes penso que nem existo nem fale em amor que amor é isto
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h36
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Mais leminski nunca cometo o mesmo erro duas vezes já cometo duas três quatro cinco seis até esse erro aprender que só o erro tem vez
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h35
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Leminski sossegue coração ainda não é agora a confusão prossegue sonhos afora calma calma logo mais a gente goza perto do osso a carne é mais gostosa
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h32
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Apenas Neruda Puedo escribir los versos más tristes esta noche. Escribir, por ejemplo: "La noche esta estrellada, y tiritan, azules, los astros, a lo lejos". El viento de la noche gira en el cielo y canta. Puedo escribir los versos más tristes esta noche. Yo la quise, y a veces ella también me quiso. En las noches como ésta la tuve entre mis brazos. La besé tantas veces bajo el cielo infinito. Ella me quiso, a veces yo también la quería. Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos. Puedo escribir los versos más tristes esta noche. Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido. Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella. Y el verso cae al alma como al pasto el rocío. Qué importa que mi amor no pudiera guardarla. La noche está estrellada y ella no está conmigo. Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos. Mi alma no se contenta con haberla perdido. Como para acercarla mi mirada la busca. Mi corazón la busca, y ella no está conmigo. La misma noche que hace blanquear los mismos árboles. Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos. Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise. Mi voz buscaba el viento para tocar su oído. De otro. Será de otro. Como antes de mis besos. Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos. Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero. Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido. Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos, mi alma no se contenta con haberla perdido. Aunque éste sea el último dolor que ella me causa, y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h30
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Houve uma vez dois verões com Wander Wildner
WITHOUT YOU Well, I can't forget this evening And your face when you were leaving But I guess that's just the way the story goes You always smile, but in your eyes your sorrow shows Yes, it shows Well, I can't forget tomorrow When I think of all my sorrow I had you there, but then I let you go And now it's only fair that I should let you know What you should know
I can't live, if living is without you I can't live, I can't give anymore I can't live, if living is without you I can't live, I can't give anymore
Well, I can't forget this evening And your face when you were leaving But I guess that's just the way the story goes You always smile, but in your eyes your sorrow shows Yes, it shows
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h07
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Ao Rei!!! Amanhã Roberto Carlos faz 62 anos. Eu não tenho vergonha de dizer que adoro o Rei. Pena que ele tenha colocado uma pena na orelha e embarcado em uma fase mísitica muito piro que a do Tim, mas não dá para não imaginar a nossa vida sem as mais belas canções de Roberto e Erasmo. Em nome dos amantes a moda antiga, daqueles que pedem o café da manhã para dois e tem a sorte de ver o cachorro no portão sorrindo latindo o muito obrigado ao maior cantor do país.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h32
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Notinha legal!!! Novo blog espalha "virunduns" da MPB O que é um "virundum"? A idéia não é nova lá fora, mas causa frisson agora na internet brasileira o blog "Virunduns", que faz corruptela com o "ouviram do Ipiranga" do "Hino Nacional" para designar justamente isto: letras de música que entendíamos errado quando éramos crianças (ou não). Inaugurado há menos de um mês, o blog (http://virunduns.blogger.com.br) já conta com centenas de contribuições, que compõem um inventário de "virunduns" de várias épocas. Já se percebe, por exemplo, que Djavan e os Paralamas do Sucesso são recordistas absolutos em provocar "virunduns". Djavan colabora com várias canções, mas "Açaí" ("açaí/guardiã/ zum de besouro/ um ímã") bate todas. Há quem cante "ao sair do avião", "um divisor", "um limão", "uma irmã"... Os Paralamas lideram com o trecho "Alagados, Trenchtown/ favela da maré", de "Alagados". Trenchtown vira "cristal", "central", "trens estão", "Flintstones", "Uzbequistão"; "favela da Maré" vira "na beira da maré", "favela do Avaré"... Na contagem de comentários dos leitores sobre cada item postado, os três rapazes que comandam o blog celebram o clássico "virundum" de "tocando B.B. King sem parar" ("Noite do Prazer", do grupo Brylho). Ali, contabilizam quantas pessoas "trocaram de biquíni sem parar". Sinais de fumaça quer saber quais são os seus "virunduns"
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h26
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Presente e Uma família Feliz
Ontem fez dois anos de Joey Ramone deixou este mundo. Câncer. Bom, ontem, sem me ligar na data, estava escrevendo um texto sobre um presente que ganhei. Do nada. Daqueles presentes de surpresa, dado sem uma ocasião especial. Dado porque ela viu, achou sua cara e comprou só para ver sua cara de felicidade quando abrir o embrulho especial, aquele papel prateado com um selinho, que esconde alguma coisa que é especial para quem dá e para quem recebe. Assim são os presentes. Não precisam ser caros. Por menor que seja, vão ser sempre especiais. Bom, mas o que Joey tem ver com isso. Quem me conhece sabe que tenho duas bandas que adoro. Uma chama-se The Beatles, que tirando uma apresentadora da Zona de Impacto, tudo mundo conhece e ama. A outra chama-se Ramones. Os punks americanos que tocam simples, rápido, repetitivamente. Companheiros de noite sabem bem o efeito de I wanna be sedaded Uma das minhas maiores emoções foi encontrar os caras saindo de uma lanchonete no Havaí e poder ajoelhar no chão e dizer: Eu não mereço! Joey não estava, ficou no hotel cuidando de uma laringite, mas foi do caralho.Bom, voltando. Há duas semanas ganhei We´re a Happy Family. Um Cd tributo aos Ramones. O Cd é maravilhoso. Tem versão de Kiss, U2, Pete Yorn, Chilli Peppers, Eddie Vedder e Tom Waits (o set list está ai embaixo, Kazaa nelas). Vale muito a pena. É importado, mas o investimento é garantido. Com certeza várias versões vão para a pista, na próxima aventura de Dj. Ontem, ele foi ouvido no talo. Gritando no carro. Cheguei até tranquilo para trabalhar. Nada como um presente especial para fazer nosso dia feliz.
Set List 1. Havana Affair - Red Hot Chili Peppers 2. Blitzkrieg Bop - Rob Zombie 3. I Believe In Miracles - Eddie Vedder & Zeke 4. 53rd & 3rd - Metallica 5. Beat On The Brat - U2 6. Do You Remember Rock 'N' Roll Radio - Kiss 7. The KKK Took My Baby Away - Marilyn Manson 8. I Just Wanna Have Something To Do - Garbage 9. Outsider - Green Day 10. Something To Believe In - The Pretenders 11. Sheena Is A Punk Rocker - Rancid 12. I Wanna Be Your Boyfriend - Pete Yorn 13. I Wanna Be Sedated - The Offspring 14. Here Today, Gone Tomorrow - Rooney 15. Return of Jackie & Judy - Tom Waits 16. Daytime Dilemma (Dangers Of Love) - Eddie Vedder & Zeke 17. Today Your Love, Tomorrow The World - John Frusciante
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h22
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Frida
Cores de dor, de paixão, de ilusão. Cores de sonhos, cortados, encaixados. Cores de um mundo escrito com verdade. Cortes profundos. Beleza e dor no mesmo pincel. Cores de um México. Pesadelos e sonhos. Vida e morte. Forte com a culinária mexicana. Sensível como o artesanato Asteca. Entrega aos sentimentos. Cores fortes para mostrar a vida. Não necessariamente bela. Nem um pouco perfeita. Mas Viva. Frida é assim. E seria muito mais forte se falasse espanhol e não inglês. Mesmo assim vale.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h20
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Ainda encontro a fórmula
Somos um aglomerado de reações químicas. Somo um monte de células funcionando mal e porcamente e quando dão algum problema nos fazem passar mal, ter doenças, ou suar frio, querendo correr para o banheiro. Somos um processo químico. Uma máquina de reações e emoções, ditadas por transformações microscópicas que nos mantém funcionando. Vivemos de sucção, de absorção, de pequenos choques elétricos. De circuitos de redes mínimas. Somos uma torre de babel erguida sobre tijolos de argilas frágeis, mas que, por mágica, funcionam. Tem horas que estas reações químicas se transformam. Tem horas que este caos organizado se transforma. Vem aquele frio na barriga, vem aquele arrepio na coluna. Vem a contração dos músculos. A boca fica seca. A pupila dilata. Nosso pequeno universo que mantém esta carcaça erguida entre no mais belo colapso. E todas as reações químicas vividas pelo este louco amontoado de células parecem sem significado. Vivemos em busca destas ondas de cós em nosso complexo funcionamento. Nada melhor que ser atingido por esta explosão de Super Nova.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h17
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Acabou Chorare
Talvez pelo buraquinho, invadiu-me a casa, me acordou na cama. Tomou o meu coração e sentou na minha mão Novos Baianos fazendo música e mel.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h16
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Às vezes queria saber desenhar!
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h16
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'' COMECEI A BEBER POR CAUSA DE UMA MULHER... E NEM TIVE A OPORTUNIDADE DE AGRADECÊ-LA'' W. C. Fields
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h29
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Chamada da Trip:
Trip Girl Brenda Costa, 20 anos, surda e linda. Veja as fotos da modelo carioca
PORRA! Isso não é preconceito? Só porque ela é surda tem que ser feia? To de saco cheio do mundo. Ainda bem que está acabando.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h19
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ASAS E AZARES Voar com a asa ferida? Abram alas quando eu falo. Que mais foi que fiz na vida? Fiz, pequeno, quando o tempo estava todo ao meu lado e o que se chama passado, passatempo, pesadelo, só me existia nos livros. Fiz, depois, dono de mim, quando tive que escolher entre um abismo, o começo, e essa história sem fim. Asa ferida, asa ferida, meu espaço, meu herói. A asa arde. Voar, isso não doi.
Paulo Leminsky
Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h50
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Você já teve vontade de matar alguém?
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 22h48
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a morena do Rio pela morena eu passo o ano olhando o Rio eu não posso com o simples requebro eu me passo, me quebro e entrego o ouro mas isso é só porque ela se derrete toda de Besta é tu, Novos Baianos
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h55
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Gira mundo Outro dia, em um papo de bar, disse que todo soldado deveria tomar um tiro na cabeça para deixar de ser idiota e nunca mais pensar em ser um matador. Fui chamado de radical, me disseram que eu estava louco, que as forças aramadas funcionavam muito mais para proteger do que para guerrear. Que devemos ter uma força aramada preparada para enfrentar possíveis inimigos, invasores territoriais. Ta, sei que fui um pouco radical. Mas quando vamos nos imaginar como um só animal? Quando vamos poder nos preocupar em desenvolver o nosso mundo, independente de raça, religião, cor? Quando vamos deixar de achar o patriotismo idiota importante e transformar o que está errado no nosso planeta? Temos tanta coisa para fazer. Temos tanta coisa para transformar. Problemas nas nossas esquinas, nas esquinas de qualquer nação, de qualquer país, de raça, de qualquer porta de igreja, templo, mesquita, culto, etc. Um dia vamos crescer. Quem sabe, no próximo milênio, podemos não achar mais a minha frase radical, e sim, podemos nos perguntar porque um dia tivemos soldados no mundo.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h53
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Quem são estes caras? Um dos textos que mais mexeeram comigo e que mais tem a ver com o que penso sobre esta Guerra é do grande amigo Caio, jornalista perdido no departamento de marketing de uma grande companhia multinacional brasileira, em uma das trocas diárias de besteiras e bons artigos que trocamos entre o nosso grupo de faculdade chamado COFI. Cainho, espero que você não se importe com a publicação:
Tô revoltado com a cobertura da Invasão (guerra é o caralho) do Iraque. Esse fim de semana acompanhamos os pais de jessica (que nome de puta) irem pra Alemanha reencontrar a filha que estava num hospital. Enquanto isso, soldados da cúalizão invadiam uma casa e prendiam uma família. A cara das crianças saindo de casa na mira das metralhadoras é chocante, mas elas não têm nome. A vaca da jessica tem nome. Os iraquianos são sempre "civis iraquianos" ou "Iraquiano chora a perda de 15 parentes em um bombardeio". Jornalista nenhum do mundo tira a bunda da cadeira pra ir lá conhecer o cara, pegar o nome do cara. Cainho é jornalista formado pela Cásper Líbero e tem uma filha linda que sabe engatinhar.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 03h07
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Nutela´s Day Morrisey cantava e exigia: "Hang the Dj". Sábado. Meia Noite. Hipódromo Up. Gávea. Rio de Janeiro. A pista dança ao som de Carla, meninos e meninas saradas, bonitas, alguns meio mauricinho, várias patrícias. Olho para o lado e digo: - Caralho, vai ser difícil. Olha a pista. No set do computador do Dj, duas músicas para chegar no Jota Quest. O cara é até legal, bem intencionado, mesmo quando disse que Belle & Sebastian eram do final dos 80: "Aquela época conturbada nos Estados Unidos". Bom, respiro fundo. Carla Remix foi a conta. Amigos pressionam: - Que porra é esta? Toca lá! Levanto. Aviso que entro antes do Jota Quest. Respiro fundo. Coloco She so Cold no primeiro Cd Player (sim, sou um DJ antigo, set com discos, 150, mais ou menos. Nada se set list computadorizados), ABC no segundo. O Dj da vez me avisa. Respiro fundo. Abro o canal um. Seco. Rápido. Cinco, quatro, três, dois, um, Play. Michael Jackson começa a soltar a voz. Ele ainda era negro. O ritmo ainda é negro. Soul Music. O Black Power tem efeito. Sai LS Jack, entra Jackson 5. Desculpe James Brown, era necessário. Depois de Michael é a vez de Mick Jagger. Fabulosa heroína. Torrou todas as ligações nervosas de Keith Richards mas fez os Stones compor um clássico. Bom, depois a velha sequência. B´52, Cure, Smiths, Pixies, Police, Pretenders, Nirvana, Strokes. Não era para ser ousado! Era uma festa de aniversário. Não era para ser anarquista! Era uma festa de aniversário. Não dava para tocar White Stripes, Flaming Lips, The Libertines! Era uma festa de aniversário. Não dava para tocar Smack, Voluntários, Akira S! Era uma festa de aniversário. Não dava para tocar algo muito pesado! Era uma festa de aniversário. Máximo era The Hives, mas isso causou alguma estranheza! Era uma festa de aniversário. Ficaram de fora as baladas, aquele momento bailinho, com direito a Elton John e Coldplay! Era uma festa de aniversário. Mas foi bem legal. Deu para tocar um set especial. Uma sequência que fizeram pianos despencarem do teto. O set de nacionais 80, com direito a RPM, Ultraje, Kid, Miquinhos, Metrô, Absynto, Legião, Paralamas, levantou até as duas suíças. Uma delas me pediu uma listinha de sons que vou mandar para a Val com prazer. Aliás é um prazer estar tocando e ouvir alguém dizer: "Grande som. O que é isso que você está tocando?" Deixei meu primeiro set para o Kikito, que arrebentou com Gretchen, e Meu Pipi no seu Popô, além do Silvio Santos. Roubou algumas surpresa, me deixou em xeque, não podendo tocar Cigana Sandra Rosa Madalena, mas mesmo assim rolou Menudo e ABBA. O foda foi aguentar alguns pedidos. Não toco Axé, nem a pau. Nem em Salvador, na Bahia, no camarote do Ministro. Não toco esta porra de Axé. Deixei o set Micareta para o DJ de Carla. Era mais a cara dele. Pior que isso só o cara que pediu música moderna e depois de uma lista de 10 opções, não conseguiu escolher nenhum grupo sugerido. Acho que música moderna para ele deve ser Kelly Key e Aron Carter (é assim que escreve?). Depois de 5 músicas com tambores e vários ilê, aiê, amiê, uiê, oiê, saiê, voltei. Ou ia pra casa ou tirava aquela merda do meu ouvido ou voltava a domar a pista. Ainda pilotei as pic ups por mais uma hora. O set da paz idealizado pelo Kiko se perdeu depois do clima Axé Bahia. Não dava para misturar George Harison com isso. Depois do Chiclete, tava mais querendo que o Bush bombardeasse a porra do Pelourinho. No final, o beijo da namorada foi uma bela recompensa. Mandamos bem. Acho que vamos insistir nesta porra, mas não em festas de aniversários, até tocamos, mas tá na hora de assumirmos a pista sozinhos. Hora de uma festa podendo tocar Air e outras coisas sem ter que atender pedidos. - Dá pra tocar axé? - Foda-se!!! Quando isso se tornar realidade anunciamos. Até lá, vamos nos divertindo e torcendo para a pista não pedir Carla mais uma vez.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h06
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No Retrovisor Entro no Espaço Sérgio Porto ao som de Modern Age. The Stokes em uma peça anos 80? O que diabos Marcelo Rubens Paiva reservava para nós. Para quem tem entre 28 e 35 anos, Marcelo Rubens Paiva é uma referência. Não teve adolescente supostamente moderno que não leu Feliz Ano Velho. O relato da vida do autor, que sofreu um acidente infeliz pulando de cabeça em um rio e ficando tetraplégico. Até hoje, tem um certo receio de nadar em rios por causa deste livro. Só que Feliz Ano Velho, não é só um retrato de uma desgraça. Ele conta uma história que estamos vivendo. Ele nos mostra jovens e cheio de idéias. Ele nos faz pensar que existe muito mais gente lá fora apaixonada por coisas como rock, gibis, mulheres. Foi neste livro que conheci a genialidade de Tom Zé. Imagine descobrir Tom Zé em um livro? Só foi foda conseguir gravar uma fitinha do cara na época pré Internet. O que me levou ao Sérgio Porto no sábado passado foi um comentário da Carol: ¿Eugene vi uma peça em São Paulo que é a sua cara. É do Marcelo Rubens Paiva e tem todas aquelas músicas que você adora. O Otávio Augusto (sim, em Sampa era o Otávio Augusto) é você. Ria sozinha lembrando do seu jeito¿. O Otávio Augusto, no Rio maravilhosamente representado por Otávio Muller, é a minha cara. Bom, para quem não sabe, NO Retrovisor retrata dois amigos que viverem os anos 80, e se encontram 15 anos depois. Um deles (Marcelo Serrado em ótima forma) está cego, graças a um acidente e é um cantor de sucesso brega ¿ segundo o ceguinho pop romântico ¿ o outro está na merda, não visitou o amigo em 15 anos e ainda acredita em muita coisa de seu passado. O texto é seco, sujo, forte. A peça te faz rir e te emociona. Joga com as suas emoções. Linguagem rápida, Moderna. Mas o forte está na música, nas referências de quem esteve vivo em uma época bem legal. Modern Age queima logo de cara. Quando você entra no galpão, sem palco italiano tradicional, Lps estão jogados no chão. Ai está a minha primeira referência. Sala de casa, Lps no chão e som alto na vitrola. Começo a pesquisar o que estão mais próximos de mim. Stones, Pil, Sid & Nancy, Barão Velho. Para meu total desespero, os atores andam sobre os disco. Meu Deus! Eles estão pisando nos discos! PORRA! Parem com isso! Deste jeito não vou conseguir prestar atenção em vocês! Células em ebulição. Aos pouco me acalmo. O texto segue e a identificação continua. Música atrás de musica, referência atrás de referência. No escuro, meus pés seguem o ritmo. Meus dedos insistem em tocar a minha imaginária Fender que me acompanha desde moleque. Canto baixo. Estou a poucos centímetros dos atores. Continuo cantando. A vontade é levantar e dançar, mas calma! De repente, Sex Pistols. A descoberta do Punk. Gritos e dança. A mesma dança que uso até hoje. Os mesmos gestos e um pensamento: Como sou ridículo. Paredes continuam se chocando com meu corpo em noites regadas de Skol e Sol. Ainda continuo ouvindo Clash, Ramos e Dead Kenneds como um adolescente. Isso sempre vai ser assim. Vou sempre manter este espírito revolucionário de punk que surgiu aos 13 anos. Anachy in the UK. Anarquia no mundo. Esta sensação de ridículo me perseguiu durante toda a peça. Nos banhos em torneiras de banheiros antes de voltar pingando para a pista. Nos velhos sons que ainda continuo ouvindo como se fossem novos e modernos. Na indignação de encontrar pessoas mais jovens que nunca ouviram os hinos revolucionários da minha vida. NA busca de tentar descobrir sempre novas bandas, novos sons, velhas sensações em novos acordes. Dai vem Stokes, White Stripes, ColdPlAy, Interpol, Flaming Lips. Músicas e bandas que tentam manter viva a sensação de um dia ter ouvido Smths, Cure, Clash, REM, U2. Vício maldito. Maldita sensação de querer conhecer o que ninguém conhece. Sensação melhor que a euforia de drogas e bebidas. Minha mente muda, a química do meu corpo muda quando ondas sonoras batem na parede do meu tímpano. Pode ser brega e datado, mas sou um cara rega e datado, o Rock é minha maior droga. É o meu estado de espírito e a salvação. É estranho ver sua vida virar arte. É estranho expor seus sentimentos o palco. Mesmo Marcelo Rubens Paiva não ter escrito o texto para mim. Mesmo, só tendo encontrado o cara três vezes e conversado com ele apenas uma, na lanchonete da TV Cultura, ao lado de Cadão Volpato. Estava tudo lá. Ídolos velhos. A constatação que Renato Russo foi o maior poeta da minha Geração. Os meus símbolos. Os meus signos. As minhas alegrias e fraquezas. A busca do novo. Os Sons e locais da adolescência. As brigas com amigos. Os banhos de água nas torneiras das boates nas danças. O deixar alguns sonhos de lado. O viver com pouca grana. O grito no meio de uma pista, ou no quarto, ouvindo o melhor lá, ré, mi, sol que existe no planeta. Sou um dinossauro que tem prazer de consumir o novo. No Retrovisor tem todos estes elementos que me fizeram viajar e tem uma cena maravilhosa. A destruição da casa, no melhor estilo de roda Punk. Discos são chutados, a sala explode em chutes, a estante vem abaixo, o apartamento é destruído em alto som. Delicia seria participar deste momento. Mas estamos condenados a ficar do outro lado do palco. Mas vale muito a pena. Vale a pena se sentir patético e apenas dançar, sem se preocupar com as paredes. O Concreto já rachou e pelas fendas escrevo a minha história com o som no talo.
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h21
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Barril 2002
Finalmente saiu a premiação mais importante do Ano. Problemas nos computadores e a enorme quantidade de votos fizeram da apuração algo lento, bem clima de eleições nos anos 80. Mas depois de várias cobranças, o Sinais de Fumaça está divulgando os vencedores. Entre os vencedores destaque para o ColdPlay vencedor na categoria Cd Internacional e Música Internacional. Os ingleses dividiram a taça com duas músicas do belo A Rush of Blood to the Head. Os argentinos dominaram na categoria Show Internacional. Na parte musical nacional, destaque para o empate entre Paralamas e Racionais pelo Barril de Melhor Cd. Surpresa para a vitória Tribalista na categoria melhor música. O Presidente Lula foi o Personagem do Ano Nacional. Já George W Bush venceu na categoria Inter e seria eliminado do mundo pelo pessoal do Barril. John Knouxille, Jackass, vai fazer festa com o Prêmio de Melhor Programa de TV e de Personagem do Ano Inter. Quem sabe ele comemore, ao lado das Meninas de Ruas e sua autoras, na Sister Moon vazia, eleita a melhor Balada. Prova que pista cheia não dá. Assim como não dá Fama com Angélica, Tony Garrido e os Calouros da Globo. Nem com muita cerveja gelada e sandubas de fim de madrugada no Bob´s, no Cervantes, ou pedaços de Pizza na Guanabara. Quem também se destacou foi Kiko Menezes, o melhor DJ do ano, que estava vendo o Penta ao vivo em Yokohama, mas não sabia quem era Elis Regina. Da-lhe Vanessa Camargo, que não é executada pelo Eugene em pista alguma. Estes foram os premiados. A lista está ai e os comentários também. Mande o seu. Meta a boca. Nós aproveitamos para convidar a todos para a festa de entrega do BARRIL 2002, neste sábado, no Hipódromo Up! Com a participação dos DJs campeões de 2002.
Cd nacionais VENCEDORES: UM LONGO CAMINHO ¿ PARALAMS ¿ NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO DIA ¿ RACIONAIS MC´S
Cd internacional VENCEDOR: A RUSH OF BLOOD TO THE HEAD ¿ COLDPLAY
Música Nacional VENCEDOR: Já sei namorar - Tribalistas
Música internacional VENCEDORES: IN MY PLACE ¿ COLD PLAY e THE SCIENTIST - COLDPLAY
Show Nacional VENCEDOR: KAYA´N GANDAYA ¿ GILBERTO GIL
Show Internacional VENCEDORES: Fito Paez e Ataque 77
Revelação Nacional VENCEDORES: Vários desde ROSINHA MATHEUS, dona garotinha, até SABOTAGE, passando por PALOCCI, FELIPÃO, FERNANDO MEIRELES, etc.
Revelação Internacional VENCEDOR: THE HIVES Personagem Nacional VENCEDOR: LUIS INÁCIO LULA DA SILVA - PRESIDENTE DO BRASIL
Personagem Internacional VENCEDORES: JOHN KNOUXILLE (Jackass) e GEROGE W. BUSH
Perda do Ano VENCEDOR: Cássia Eller
Festa do Ano VENCEDOR: AFONSO e REINALDO NO CASARÃO HERMÊ Melhor DJ VENCEDORES: EUGENE e KIKO INCENDIANDO O CASARÃO HERMÊ Melhor Balada VENCEDOR: SISTER MOON Melhor Programa de TV VENCEDOR: JACKASS Pior Programa de TV VENCEDOR: FAMA Filme do Ano VENCEDORES: FALE COM ELA e CIDADE DE DEUS
Livro do Ano VENCEDOR: O SENHOR DOS ANÉIS
Peça do Ano VENCEDOR: CASAMENTO ¿ MENINAS DE RUA
Beijo do Ano VENCEDOR: TODOS QUE BEIJARAM EM 2002 Melhor Líquido VENCEDOR: CERVEJA (BOHEMIA) GELADA
Melhor Lugar para Comer às 4 da matina VENCEDORES: CERVANTES, BOB´S LAGOA, PIZZARIA GUANABARA Momento 2002 VENCEDOR: O PENTA NO JAPÃO Mico do Ano VENCEDOR: KIKO NÃO CONHECER ELIS REGINA
Quem deveria ser Eliminado do Mundo VENCEDOR: GEORGE W. BUSH
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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h07
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