Sinais de Fumaça
   Noites, horas acordados.
Quero ver a luz do dia brilhar!

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h18
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   "A paixão é um vendaval. Funde um no outro, é egoista e, em muitos casos, fatal.
O amor soma desejo e paixão, é a arte das artes, é arte final.
Amor às vezes coincide com a paixão, às vezes não.
Amor às vezes coincide com o desejo, às vezes não.
Amor às vezes coincide com o casamento, às vezes não.
E mais complicado ainda: amor às vezes coincide com amor, às vezes não.

Affonso Romano de Sant´Anna

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h17
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   The very thought of you
and iforgt to do
the little ordinary things ought to do...


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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h12
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   Caralho!
Travei!!!
E continua tudo escuro!!!


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 21h38
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   Onde o sol nasceu hoje?

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 00h49
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   Responsabilidade
Jantar de amigos na mesa do Joaquins. Trocamos o tradicional chopp do sábado à noite, em algum bar da Vila Madalena ou em alguma cantina de Sampa para atender o pedido da mãe da Malu, que desejava tomar, de qualquer maneira, o melhor milk shake do Brasil. E, como não queremos que a nossa sobrinha nasça com cara de leite batido, lá fomos nós encarar hamburgers e toneladas de sorvete com leite.
No papo, recordações e perguntas sobre parto, gestação, a escolha do hospital, pai que vi filmar, fotografar, se o Danilo vai agüentar, da emoção de ter um filho, de como a Marina está linda, de como devemos evitar a fácil sensação de pegar coroas ¿ sai desta logo Matheuszinho.
E foi assim, no meio de x-saladas, x-bacon salada, x-egg e x-picanha com cebola que recebi, ao lado do Matheuzinho (ta difícil escrever este nome), uma das maiores responsabilidades da minha vida. O pai de Malu, amigo velho de longa data, pediu, com pedaços de salada e bacon na boca, para nós escolhermos três músicas para tocar no parto da Malu. Vai ser um Cd com algumas músicas que a filha do Dan e da Márcia vai ouvir antes de ir ao mundo.
Caralho, na brincadeira, de primeira, falei no Coldplay. Proibida pelo Dan na frase seguinte:
- Eugene, vale tudo, deste que seja calmo e não seja Coldplay. Coldplay nem fodendo!
Ta bom, sem Coldplay, voltamos a falar sobre várias coisas, até pagarmos a conta e ir para casa. No silêncio do carro da minha mãe, sem rádio, várias músicas passearam na minha cabeça. Que som pode marcar o nascimento de alguém? Que som minha sobrinha vai se presenteada na hora que tomar aquele tapinha na bunda e chorar?
Que responsabilidade o Danilo e a Márcia me deram. Assim, com gosto de milk shake de chocolate. Porra, que dúvida. Mas até quarta feira eu mando a lista. Uma eu já escolhi. Blackbird, dos Beatles. Não tem como não mandar uma música do Beatles e acho Blackbird uma das mais belas canções eu Lennon e McCartney escreveram e que Paul canta mais uma vez maravilhosamente. Vale também a versão de Sarah Mclachlan no I am Sam, grande Cd, com varias versões do Beatles, vale a compra.
Bom, as outras duas ainda precisam ser escolhidas com cuidados, um trabalho de Hércules para este escriba que ama a música mas, com certeza, qualquer que for a escolha, tenho certeza que a Malu vem ao mundo com as melhores vibrações de energia e sonoras do mundo.

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BlackBird
Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise

Blackbird singing in the dead of night
Take these sunken eyes and learn to see
All your life
You were only waiting for this moment to be free

Blackbird fly
Blackbird fly
Into the light of the dark black night

Blackbird fly
Blackbird fly
Into the light of the dark black night

Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise



Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h48
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   Mais um dia escuro...
Alguém sabe porque o sol não saiu hoje? Deve ser preguiça!!!


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h44
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   Sampa continua linda, assim como a minha Afilhada!!!

Primeiro dia de Eclipse...

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 21h19
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   Comunicação Virtual
Bom, era uma tarde de sol, típica do verão carioca. A piscina do prédio estava muito boa e a pedalada na praia vai acontecer se a chuva que se aproxima não cair até as cinco da tarde. Acho difícil, mas vamos torcer.
Mas este ao é um texto sobre o verão carioca, ou as tarde de folga ganhas sem pedir, por pura obrigação. Este é um texto sobre a comunicação virtual e o quanto tempo passamos no computador, lendo e escrevendo.
Todo dia me obrigo a percorrer vários blogs. São sites de amigos e pessoas que gosto. Alguns, nem conheço os donos, mas adoro os textos. Acho que passamos a ser uma geração que escreve e se revela mais. Temos nossos diários, agendas, pensamentos, emoções, desejos, jogados na rede, para quem tiver um pouco de curiosidade de conhecer o mundo. E nesta busca nos deparamos cm coisas muito legais. Com pensamentos diferentes, com dicas que podem mudar a sua vida. Nesta busca crescemos.
Não dependemos mais de colunistas e artigos de jornais. A informação transita de maneira livre. Você escreve o que você quer. Você falar para quem quiser ler. Não existem filtros, apenas o seu. Jabor, Dimenstein, do Marcelo Coelho, do Jânio de Freitas, do Xexéo, dos editoriais da Folha, do Globo, do Estadão, do JB. Temos a nossa liberdade de escrever os nossos editorias, os nossos pensamentos, os nossos medos, desejos, sonhos, pesadelos. Se alguém ler beleza, sem na ler, a idéia está lá.
Acho que estamos criando uma Geração que está libertando a palavra pressa. Sei que muito disso não leva a nada, mas só o fato de termos milhões de pessoas pelo mundo dizendo o que pensam já é uma revolução.
Um processo de renovação que passa pelos textos quilômetros, cheios de referências e de muito bom humor do Danilo, com seu www.quizumba.bogger.com.br, pela filosofia e pensamentos doces da maravilhosa Daisy, com suas frases, suas discussões sobre o ser, sua arte e seu modernismo em www.bemmequermalmequer.blogger.com.br. Pelas pequenas e rápidas pílulas da borboleta Brenda perdia em um caos de cantora, escritora, compositora não lésbica e sensível, no www.minhaborboleta.blogger.com.br, no bom humor do dia a dia da minha irmã que me sacaneou no seu www.semfim.blogger.com.br, só acho que estão faltando fotos do trabalho de artista, da vocação de ótima fotógrafa que a senhorita Érica tem.
Blogs também podem trazer surpresas agradáveis, como o www.lua24horas.blogger.com.br, da Karina, que me surpreendeu pelo ótimo texto. Na sabia que a minha prima escrevia assim. Assim com não conhecia o talento da irmã da Bárbara, Consuelo, no seu www.microfone.blogspot.com, fiquei devendo uma visita a autora quando estive em Londres, mas pago com chopinho no Jobim quando ela estiver no Rio, ou da Renatinha, www.coisasdenada.blogspot.com. Ainda tem as participações super especiais de Carlos Gil em vários destes endereços. Repórter Global, companheiro de casa, irmão de alma e escriba de talento.
E sempre vão existir sites e blogs idiotas, criados para guardar as futuras gerações os quanto os pais são debilóides. Assim nasceu o www.cofi.blogger.com.br, criado pelo pessoal da Faculdade, para que um dia, Marina, Maria Luiza, Cecil Jr, Boris, Zigotos de Andrezinhos, Eugeneson, Kardosics conheçam como seus pais pensavam e como aqueles que um dia pensaram em educa-los não tem a menor condição de exigir nada de ninguém.
Sei que cada vez mais tenho menos tempo livre e cada vez mais me sinto preso a esta linguagem. Cada vez mais é difícil escapar dos 50 e-mails do pessoal da faculdade, das páginas e páginas virtuais dos bloggers do mundo, e dos links eternos nos favoritos que preenchem o dia com palavras de colunistas e gente que você nunca viu na vida, mas consegue pensar igual a você.
Acho isso bom. Hoje não temos tanto medo de pensar e temos menos medo ainda de achar que tem gente que pensa igual à gente. Acho que assim rompemos nosso isolamento. Estamos numa mesa de bar virtual, onde a palavra deixou de ser oral e passou a ser escrita. Aqui estão nossos medos, nossos projetos, nossos livros preferidos, nosso filmes. Aqui podemos vomitar quando não gostamos de um filme, quando achamos uma música uma merda, quando nos deparamos com algo que nos emociona e nos faz pensar.
O mundo passou a ser uma enorme agenda adolescente. Colamos nossos canudos, guardanapos, poemas, listas, sons e deixamos tudo para o mundo ver. Perdemos a vergonha? Acho que não, só passamos a ser um pouco menos tímidos, mas ainda guardamos segredos só para nós, na nossa linguagem virtual. E ainda tem os comentários maravilhosos, que fazem deste muito ainda mais engraçado. Se antes trocávamos cartas, agora trocamos e-mails, blogs, sites e sinais.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 18h43
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   Assuntos de Blog
Nestas leituras, um dos temas mais freqüentes está o Amor. Questionamos, pensamentos, torças de experiências, medos, desejos, paixão. Tudo em preto e branco, tudo em caracteres expostos.
Falamos de mãos suadas, de boca seca, do medo dos primeiros encontros, dos primeiros beijos, das primeiras transas, de como é difícil encontrar alguém, de como é difícil manter alguém, de como é difícil viver a dois.
Temos nossas expectativas, criamos nossos fantasmas e não permitimos viver esta entrega. Amar é entrega. Às vezes não dá certo, mas acho que sempre vale a pena brigar e arriscar pelo que se acredita. Melhor saber que se fez tudo para conseguir do que desistir no meio do caminho, não importa se vamos encontrar o buraco negro ou o fim do arco-íris.
O melhor de tudo é que com o tempo existe a intimidade, conquista irreversível dizia um grande amigo. Aquele silêncio gostoso antes do sonho, de dormir. Aquele trocar de mãos no escuro de um cinema, ou no meio da noite. Aquele peso da cabeça no ombro, aquela respiração da madrugada, velada, no silêncio da cidade. O trocar de olhares no meio do trânsito. A transformação de um congestionamento em algo gostoso. O aumentar do rádio quando toca uma música.
Arrepios de olhar. Toques e carinhos. Programas e mundo paralelo sempre vão rolar, perdidos no meio de seis bilhões de pessoas, só você a aquela pessoa especial. Sonhos que você vai construindo aos poucos, a cada há, a cada conversa, ou a cada vez que você olha ela dormindo, com a luz da lua. Lua igual à de hoje a noite.
Aos poucos, as suas músicas vão se tornando nossas, as suas referências vão se tornando nossas, os seus símbolos vão se tornando nossos, as suas frases vão se tornando nossas. A sua vida vai se tornando nossa e você deixa de ter os seus sonhos, os seus desejos, as suas manias, para ter apenas seu Amor. Um amor que dorme com um boa noite no ouvido, com a voz quase murmurando, ou pelo no telefone, metálica e carregada de saudades.
Coisas que o mundo não entende e é só de vocês dois sabem o significado. Vamos continuar escrevendo sobre tudo que passa nos nossos sentimentos. Isso é AMAR.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 18h38
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   Oscar
Muita gente reclamou, achou um absurdo, mas a não indicação de Cidade de Deus só valoriza o filme brasileiro na minha opinião. Não gosto do Oscar mas vale um bolão, assistir a cerimônia brega, discutir com os amigos as chances e ir ao cinema ver os filmes.
Quero muito assistir Chicago, embora odeie musicais. Não me conformo com aquela idéia de um cara dar uma topada e sair cantando: Ai o meu dedão!!! E todo mundo na rua cantar e dançar juntos. Acho muito ridículo. Musicais deveriam ser erradicados.
Ganges de Nova York é um filme muito bem produzido, muito bem feito, muito bem dirigido, com ótimo figurino, ótimas tomadas, com uma fabulosa interpretação de Daniel Day-Lewis, mas é um filme longo, chato e com um final ridículo, bem ao estilo americano.
Não vi O Piano e As Horas, mas não acho que O Senhor dos Anéis mereça estar entre os cinco melhores filmes do ano. Mas tranquilo. Isso é o Oscar.
Entre os atores, além de Daniel Day-Lewis, temos Jack Nicholson, um dos maiores de todos os tempo, Michael Caine e Nicolas Cage, o melhor de suas geração. Quero muito assistir Adaptação, do mesmo roteirista de Quero Ser John Malkovich. Adaptação concorre também a roteiro adaptado, com O Grande Garoto, um dos melhores livros de Nick Hornby.
Por falar em Oscar, ontem de madruga o Intercine passou O Poderoso Chefão, um clássico, um dos maiores filmes da história. Valeu ficar acordado até mais tarde, mesmo ficando com sono agora.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 18h36
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   As coisas mudam
Prometi que não veria o Big Brother. Lamento, mas não consegui cumprir esta promessa. Infelizmente estou assistindo isso e pior discutindo o programa. Tem coisas que acontecem.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 18h35
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   Presentes
Bom, queria terminar s posts de hoje agradecendo o cartão, o balão, o Bart, a tequila que vai pára a porta do quarto e aos sonhos. Vamos comemorar hoje no show do Bruno.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 18h35
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   Não tem nada mehor que dar e receber presentes. Esta sequencia é de um presente muito especial. As vezes o tempo passa rápido e a gente nem percebe, mas é sempre muito bom comemorar.
Algumas já foram publicadas neste blog, outros são novos, mas todos são de um dia especial.

Dueto
Chico Buarque

Consta nos astros, nos signos, nos búzios
Eu li num anúncio, eu vi no espelho, tá lá no evangelho, garantem os orixás
Serás o meu amor, serás a minha paz
Consta nos autos, nas bulas, nos dogmas
Eu fiz uma tese, eu li num tratado, está computado nos dados oficiais
Serás o meu amor, serás a minha paz
Mas se a ciência provar o contrário, e se o calendário nos contrariar
Mas se o destino insistir em nos separar
Danem-se os astros, os autos, os signos, os dogmas
Os búzios, as bulas, anúncios, tratados, ciganas, projetos
Profetas, sinopses, espelhos, conselhos
Se dane o evangelho e todos os orixás
Serás o meu amor, serás a minha paz
Consta na pauta, no Karma, na carne, passou na novela
Está no seguro, pixaram no muro, mandei fazer um cartaz
Serás o meu amor, serás a minha paz
Mas se a ciência provar o contrário, e se o calendário nos contrariar
Mas se o destino insistir em nos separar
Danem-se os astros, os autos, os signos, os dogmas
Os búzios, as bulas, anúncios, tratados, ciganas, projetos
Profetas, sinopses, espelhos, conselhos
Se dane o evangelho e todos os orixás
Serás o meu amor, serás amor a minha paz
Consta nos mapas, nos lábios, nos lápis
Consta nos Ovnis, no Pravda, na vodca

Je T'aime... Moi Non Plus
Serge Gainsbourg Jane Birkin

Je tÆaime je tÆaime
Oh oui je tÆaime
- Moi non plus
- Oh mon amour
- Comme la vague irrÚsolue
Je vais, je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je me retiens
- Je tÆaime je tÆaime
Oh oui je tÆaime
- Moi non plus
- Oh mon amour
Tu es la vague, moi lƯle nue
Tu vas, tu vas et tu viens
Entre mes reins
Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je te rejoins
- Je tÆaime je tÆaime
Oh oui je tÆaime
- Moi non plus
- Oh mon amour
- LÆamour physique est sans issue
Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Je me retiens
- Non ! maintenant viens...

Superfantástico
Turma do Balão Mágico e Djavan

Superfantástico amigo!
Que bom estar contigo
No nosso balão!
Vamos voar novamente
Cantar alegremente
Mais uma canção
Tantas crianças já sabem
Que todas elas cabem
No nosso balão
Até quem tem mais idade
Mas tem felicidade
No seu coração
Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão
Superfantástico!
No balão mágico,
O mundo fica bem mais divertido!!
Superfantásticamente!
As músicas são asas da imaginação
É como a flor e a semente
Cantar que faz a gente
Viver a emoção
Vamos fazer a cidade
Virar felicidade
Com a nossa canção
Vamos fazer essa gente
Voar alegremente
No nosso balão!
Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão
Superfantástico!

A Lenha
Zeca Baleiro

Eu não sei dizer
o que quer dizer
o que vou dizer
eu amo você
mas não sei o que
isso quer dizer
eu não sei por que
eu teimo em dizer
que amo você
se eu não sei dizer
o que quer dizer
o que vou dizer
se eu digo pare
você não repare
no que possa parecer
se eu digo siga
o que quer que eu diga
você não vai entender
mas se eu digo venha
você traz a lenha
pro meu fogo acender

And I love her
The Beatles

I give her all my love
That's all I do
And if you saw my love
You'd love her too
I love her
She gives me ev'rything
And tenderly
The kiss my lover brings
She brings to me
And I love her
A love like ours
Could never die
As long as I
Have you near me
Bright are the stars that shine
Dark is the sky
I know this love of mine
Will never die
And I love her
Bright are the stars that shine
Dark is the sky
I know this love of mine
Will never die
And I love her

Love Fool
The Cardigans

Dear, I fear we're facing a problem
You love me no longer, I know and
Maybe there is nothing that I can do
To make you do
Mama tells me I shouldn't bother
That I ougth to stick to another man
A man that surely deserves me
But I think you do
So I cry, I pray and I beg
Love me love me
Say that you love me
Fool me fool me
Go no and fool me
Love me love me
Pretend that you love me
Leave me leave me
Just say that you need me
So I cry and I pray for you too
(So I cry and I pray for you too)
Love me love me
Say that you love me
Leave me leave me
Just say that you need me
I can't care 'bout anything but you
Lately I have desperately pondered
Spent my nights awake and I wonder
What I could have done in another way
To make you stay
Reason wiil not lead to solution
I will end up lost in confusion
I don't care if you really care
As long as you don't go
(Anything but you)
(Love me love me) say that you love me
(Fool me fool me) go on and fool me
(Love me love me) I know that you need me
I can't care 'bout anything but you

Quero te encontrar
Claudinho e Bochecha

Quando você vem pra passar o fim de semana
Eu finjo estar tudo bem,
mesmo duro ou com grana
é que você ignora
tudo que eu faço
depois vai embora
desatando os nossos laços
Quero te encontrar,
quero te amar
você pra mim é tudo
minha terra, meu céu meu mar
quero te encontrar
quero te amar
você pra mim é tudo
minha terra, meu céu, meu mar
É muita ousadia ter que percorrer
o país inteiro pra achar você
mas tudo o que faço tem um bom motivo
linda, eu te amo, vem ficar comigo
estou alucinado com o seu olhar
vou aonde for até te encontrar
eu te amo demais, você é minha paz
faz amor gostoso, de novo comigo, faz, fa--az,

Sexo pudor y lagrimas
Alex Syntek

A veces no pienso
Me vuelvo tan frió y no estoy
A veces me ausento
De mis sentimientos
Y luego sonrió,
Recuerdo y me aferro a vivir
Y a veces quisiera
Matar por tu amor
Tan solo por un momento
Y es que todavía no encuentro
Lo que en mi seria normal
Para darte mucho más
Y entregarme por completo
Sexo, pudor o lágrimas, me da igual
Me quieres ver grande
A pesar de lo débil que soy
Y si toco hasta el fondo
Me sacas de nuevo
Por eso me quedo,
Me aferro y te quiero a morir
Por eso aquí adentro
Tú estas todo el tiempo
Viviendo del sufrimiento
Y es que todavía no encuentro
Lo que en mi seria normal
Para darte mucho más
Y entregarme por completo
Sexo, pudor o lágrimas, me da igual

Love Bizarre Triangle
Frente

Every time i think of you
I feel shot right through with a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem I find
Living a life that I can't leave behind
There's no sense in telling me
The wisdom of a fool won't set you free
But that's the way that it goes
And it's what nobody knows
While every day my confusion grows
Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say
I feel fine and I feel good
I'm feeli

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 14h32
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   Uma das minhas bandas preferidas em um dos seus momentos mais inspirados...

Some Candy talking
Jesus and Mary Chain
I'm going down to the place tonight
To see if I can get a taste tonight
A taste of something warm and sweet
That shivers your bones and rises to your heat

I'm going down to the place tonight
The damp and hungry place tonight
Should all the stars shine in the sky
They couldn't outshine your sparkling eyes
But it's so hard to be the one
To touch and tease and to do it all for fun
But it's too much for a young heart to take
Cause hearts are the easiest things you could break

And I talk to the filth and I walk to the door
I'm knee deep in myself
But I want to get more of that stuff
Of that stuff

Some candy talking
Talk

And I want
And I want
Some candy talking

Some candy talk

I love the way she's walking
I love the way she's talking
It's just the way she's walking
It's just the way she's talking

And I need
All that stuff
Give me some
Of that stuff
I want your candy. I want your candy
And I need
Give me some
Of your stuff
Give me some
I want your candy. I want your candy.
I want your candy. I want your candy.
I want stuff

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h30
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   Voz de desespero
Existe um certo desespero na voz de Bowie que adoro. Não de Bowire cantando Let´s Dance, mas Bowie de Space Odyty, Ziggy Stardust, rock & Roll Suicide. Lembro do dia que por um destes acasos, larguei a cobertura de um evento da Esso, só para assistir, na sala ao lado, uma entrevista coletiva do baixinho Camaleão. Foi a última vez que Bowie esteve no Brasil, Mais uma vez não fui ao show. Da primeira vez, não iria nem a pau, achava Bowie um puta chato, o show seria no estacionamento do Anhembi e abertura seria do Capital e minha ignorância musical me permitia conhecer apenas a fase 80 do trabalho do Camaleão. Nem a pau iria. Mas quando ele voltou a tocar no país, eu já conhecia os maravilhosos Space Oddity, The Rise and Fall of Ziggy Stardust & the Spiders from Mars, Alladin Sane, Pin Up's e Heroes. Foi assim que descobri um certo desespero na voz de Bowie, um desespero que vale muito ser ouvido.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h06
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   Vamos mudar o mundo?
Estou para escrever sobre isso a um bom tempo, mas nesta quarta, uma chamada de capa da Folha me incentivou. Não era nem a manchete principal, dentro do caderno Cotidiano estava na página 4, página inteira, mas não foi nem matéria de capa.
A manchete dizia que São Paulo ganhava uma nova favela a cada oito dias. Entres os números da pesquisa, mais de um milhão, cento e sessenta mil pessoas vivem em favelas e a área que elas ocupam na cidade é do tamanho do Centro. São 2.018 favelas em São Paulo. Áreas com Capão Redondo, Vila Jacuí, Ladeado e Cidade Ademar, perto da minha casa, têm ocupação superior a 10% de sua área ocupada por favelas.
O número de favelas cresceu 30% em 10 anos, contra um crescimento de apenas 8% da população da cidade. Isso é como se, a cada dia, 74 pessoas fossem obrigadas a mudar para este local.
Reclamamos do crescimento da violência. A São Paulo dos 200 é muito mais violenta que a São Paulo dos 90, quando eu terminei o colegial. Na década de 90 vivemos em uma cidade que apostou no modelo Paulo Maluf de administração. Chegamos a eleger Celso Pitta como seu sucessor. São Paulo perdeu industrias, precisou de uma mão de obra mais qualificada para trabalhar na área de serviços, mas não soube se transformar.
A minha cidade sempre optou pela autofagia. A cidade sempre se devorou e se construiu de novo. A cidade que nunca dorme, que não para, o paulista a noite vai pensando nas coisas que de dia vai fazer. Estas quase verdades não foram suficientes para encarar o pesadelo. Deixamos, durante oito anos, a ROTA ¿ Rondas Ostensivas Tobias Aguiar ¿ ser o nosso sinônimo de Segurança. Fechamos os olhos para esta ocupação, para os problemas que empurram pessoas ao submundo, vimos à renda familiar cair cerca de 10% e estamos criando uma massa de excluídos.
A violência está diretamente ligada a exclusão. Somente trabalhando estes problemas vamos diminuir outros. Não se pode acreditar que tirando direitos básicos como alimentação, saúde, moradia e ensino, vamos criar uma sociedade menos violenta, somente através do combate rígido ao crime, do policiamento ostensivo e da armas de fogo. Polícia não pode ser sinônimo de brutalidade e medo.
Caco Barcellos abre seu livro Rota 66 falando que tenta entender porque ele sempre vai temer uma sirena de um carro policial e o porque policia sempre vai deixa-lo com mais medo que um bandido.
Precisamos mudar este tratamento, como precisamos mudar tratamento aos excluídos. As favelas de São Paulo poderiam desaparecer em 15 anos, com um investimento de apenas 230 milhões de reais por ano. Mas esta não é apenas uma transformação física. Precisamos dar condição que uma massa de excluídos possa participar do mercado de trabalho, par isso, precisamos gerar Educação.
E isso não depende só de Governos, depende também de nós, a chamada sociedade civil. O que podemos fazer para mudar isso? Eu acredito que se cada um de nós mudar a vida de alguém, ajudar esta pessoa a pensar, já estaremos mudando um pouco esta nação. Sei que é bem bonito isso, e sei que por preguiça, descaso, incapacidade ou egoísmo, não estou fazendo a minha parte.
Aproveito este espaço para chamar os amigos para esta discussão e quem sabe, encontrar juntos uma solução. É hora de ajudar quem precisa mais. Somos formadores de opinião, temos nossos empregos e nossos salários, podemos nos divertir, elmos jornais, revistas, vamos a cinemas e tomamos chopinho no fim de tarde. Não é hora de transformar nossa força em algo melhor para o nosso país? Vamos começar nossa pequena revolução! Sugestões na caixa de comentários, e, quem sabe depois, encontros para fazer deste um país melhor. Vale muito a pena acreditar nos sonhos, eles podem se tornar reais.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h38
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   Nasce mais um
O Sinais de Fumaça dá as boas vindas ao mais novo blog da temporada. www.lua24horas.blogger.com.br, da minha prima do coração Karina. Bem vinda ao vício virtual, e quem tem dúvidas do talento desta cantora, compositora e assistente social é só ler o que ela escreve. Vale a visita.
Outra visita, no www.semfim.blogger.com.br, site da maninha deste escriba que tanto me enche de orgulho, vale por uma foto impagável, que muitos amigos vão se deliciar.

Escrevo para mim.
Escrevo para dizer ao mundo ao que vim.
Com certeza vim para incomodar, questionar, viver!
Amei uma pessoa e não sei o que foi disso. Se perdeu.... Até quando? Não sei.

"Quando vou voltar a viver?
Porque eu não vivo, vegeto
Eu não sinto, eu minto
Não respiro, sugiro
Não amo, sonho

Não creio, incendeio
Não toco, abandono
Eu não vou, não veio
Não me cuido, existo

Me espanco, me humilho
Não sorrio, me penitencio
Não vôo, estaciono
Me abraço mas não brilho

Não faço, sou guiada
Não brigo, sou mandada
Não escolho, sou julgada
Não amo, não sou amada

Quero, não sou querida
Espero, não sou esperada
Atendo, não sou atendida
Paixão, não sou apaixonada

Ilusões, perdidas
Tesão, escondido
Palavras, não ditas
Alma, onde voltarei a te encontrar
Karina Pierrobon Caritá

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 14h09
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   Infantil
Escrevo este texto para nada. Apenas para celebrar os bons momentos da vida. Um texto para celebrar a felicidade. Escrevo este texto com a minha camisa da Abbey Road. Escrevo para celebrar quando quatro gênios cruzaram a rua para fazer história. Pelo Álbum Branco, pelo Sgt Peppers e por Help.
Escrevo este texto porque estou ouvindo The Strokes no walkman e estou cantando junto, alto, da melhor maneira possível. Escrevo porque sai para dançar na segunda e ouvi as melhores músicas bebendo cerveja gelada, abraçado aos meus amigos.
Escrevo para dizer que o por do sol na Lagoa é lindo, que ver o dia morrer pode ser cada dia melhor. Escrevo para dizer que gosto de panquecas, principalmente de carne, adora camas de baixo e que ando feliz.
Escrevo este texto porque amigos existem e nos fazem rir. Escrevo porque sonhos podem se tornar realidade e para dizer que não existe nada melhor que um bom papo na mesa de um bar.
Escrevo porque abri meus olhos hoje e sorri. Escrevo porque dormi pesado. Escrevo para celebrar o Beijo, o Abraço, os Momentos Mágicos, a invenção do telefone, a Paixão, os arco-íris, a VIDA.
Escrevo porque tive um fim de semana maravilhoso, com direito a vinho, macarrão, sauna, hidro, chapação e amigos. Escrevo porque os medos ficaram pequenos, porque os problemas ficaram pequenos, e mesmo com o bolso pequeno ainda posso me divertir.
Escrevo porque o mundo é mais colorido, porque ela brilha, porque o mundo foi feito de azul, porque existe a música, os modernistas, Miro, Munch, Picasso, porque os Beatles se encontram em Liverpool, porque Stereophonics domina o som da sala, porque posso dançar agarrado uma música de Elton John e me achar brega.
Escrevo porque somos crianças e fazemos planos. Porque cabeças encaixam perfeitamente em ombros. Porque os olhos fogem e as mãos entregam sentimentos.
Escrevo porque brincamos das tragédias e nos damos às mãos quando agimos assim. Escrevo porque levo na vida amigos de toda uma existência, amigos que me fazem rir e ter um mundo melhor. Escrevo porque meu carro não quer pegar, mas sempre vão existir pedalinhos.
Escrevo porque é muito bom estar em um sonho. Porque hoje segurei seu pé e te disse bom dia. Escrevo pelos pequenos gestos que fazem da nossa vida mais feliz. Pela água gelada das cachoeiras, pela voz de um São Sebastião pulando amarelinha na areia. Pelos sapos, borboletas e toda aquela fauna que faz dos sentimentos os mais fortes e reais.
Escrevo porque não consigo parar de escrever. Estou ficando cada vez mais dependente deste ato. Quero mostrar que sonhos são reais, que palavras tem força e que o mundo pode ser um lugar melhor. Estou sendo tolo, ingênuo, meio alienado e, quem sabe, até meio hippie.
Tudo bem, ainda existe arte neste planeta. Ainda existem músicas que te emocionam, ainda existem momentos que valem muito a pena. Escrevo porque acabei de ler um poema de amor, porque acabei de ouvir uma cancã romântica. Escrevo porque a voz de Paul é doce. Escrevo porque existiram bandas como The Smiths e porque somos capazes de encontrar novos sonhos para embalar nossas vidas.
Escrevo pelo sabor da novidade, por esta eterna busca de conhecimento. Pelo prazer de andar de mãos dadas. Pelos filhos dos meus amigos e pelos meus, que um dia virão. Escrevo pelo frio que percorre meu corpo antes do beijo. Pelos olhos fechados, pelo prazer da entrega.
Escrevo pelas misturas de sotaques e gostos, Pelas idéias conflitantes que nos fazem amigos e nos fazem crescer. Escrevo por não concordar com quase ninguém. Pelo prazer da discussão que nos une cada dia mais. Escrevo porque aprendi que não se deita com o cabelo molhado para não marcar.
Pelas coisa simples, pelos cheiros que a vida nos permite conhecer. Pela nossa memória afetiva, emocional, olfativa, sensorial. Pr momentos guardados na retina, pelas marcas a ferro quente feitas na alma. Pelas tatuagens nos corpos e pelo prazer do Grito. Pelo simples prazer do grito, não importa se de dor, desespero ou de tesão. Apenas pelo prazer da liberdade do Grito.
Escrevo porque tem horas que Herbert fala aquilo que eu sempre quis dizer e principalmente porque uso óculos e a menina do Leblon olha para mim.

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Faça direito
Bob Geldof fez quatro coisa na vida e viveu pra cacete. Primeiro compôs a maravilhosa I don´t like Mondays. Depois foi o principal ator do filme The Wall, que todo roqueiro viu pelo menos 500 vezes. Depois criou o projeto de ajuda contra a fome da Etiópia, o Band Aid, que terminou com o mega festival Live Aid. USA for África jamais existiria se Geldof não tivesse a idéia de reunir astros da música britânica para esta campanha. O som dos inglês é infinitamente superior ao dos americanos. O Live Aid aconteceu em 13 de julho de 1986, e hoje este é considerado o Dia do Rock.
I don´t like Mondays
The silicon chip inside her head
Gets switched to overload.
And nobody's gonna go to school today,
She's going to make them stay at home.
And daddy doesn't understand it,
He always said she was as good as gold.
And he can see no reasons
'Cause there are no reasons
What reason do you need to be shown?

Tell me why?
I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
I want to shoot
The whole day down.

The telex machine is kept so clean
As it types to a waiting world.
And mother feels so shocked,
Father's world is rocked,
And their thoughts turn to
Their own little girl.
Sweet 16 ain't so peachy keen,
No, it ain't so neat to admit defeat.
They can see no reasons
'Cause there are no reasons
What reasons do you need.. ooh
-ooh-ooh

Tell me why?
I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
I want to shoot
The whole day down, down, down... shoot it all down

All the playing's stopped in the playground now
She wants to play with her toys a while.
And school's out early and soon we'll be learning
And the lesson today is how to die.
And then the bullhorn crackles,
And the captain cackles,
With the problems and the how's and why's.
And he can see no reasons
'Cause there are no reasons
What reason do you need to die, die, ooh...ooh?

The silicon chip inside her head
Gets switched to overload.
And nobody's gonna go to school today,
She's going to make them stay at home.
And daddy doesn't understand it,
He always said she was as good as gold.
And he can see no reasons
'Cause there are no reasons
What reason do you need to be shown?

Tell me why?
I don't like Mondays
Tell me why?
I don't like Mondays
Tell me why?
I don't like, I don't like, I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like, I don't like, I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
I want to shoot
The whole day down.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 23h13
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   O mundo transforma,
liberta...

É bom se sentir livre...
e pronto para voar...

No Sul é sempre verão.
nos dias que virão.
Nunca é em vão

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 19h31
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   Sobre o nada
Sei lá! Tem horas que dormir parece a melhor solução. O dia passa mais rápido, o calor fica menor, você não tem que conviver com os programas da tarde na Tv. O foda é sentir que o tempo está passando e você não tem muito pra onde ir. Não tem uma saída clara ou um sentido. Não existem placas ou mapas, você tem que seguir na trilha e buscar o caminho. A bússola é você. Nada de guias contando onde é melhor ou pior, Escolhas devem ser feitas. Horas de levantar velas e partir. Não dá para temer o mar. Navegar é preciso, já viver...

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 19h30
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   Tem dias que e melhor coisa do mundo é acordar.

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h38
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   Pra dançar junto e cantar no ouvido...
Não importa onde...
Pra dizer que é bom te amar!!!


Tiny Dancer
Blue jean baby, L.A. lady, seamstress for the band
Pretty eyed, pirate smile, you'll marry a music man
Ballerina, you must have seen her dancing in the sand
And now she's in me, always with me, tiny dancer in my hand

Jesus freaks out in the street
Handing tickets out for God
Turning back she just laughs
The boulevard is not that bad

Piano man he makes his stand
In the auditorium
Looking on she sings the songs
The words she knows, the tune she hums

But oh how it feels so real
Lying here with no one near
Only you and you can't hear me
When I say softly, slowly

Hold me closer tiny dancer
Count the headlights on the highway
Lay me down in sheets of linen
you had a busy day today

Blue jean baby, L.A. lady, seamstress for the band
Pretty eyed, pirate smile, you'll marry a music man
Ballerina, you must have seen her dancing in the sand
And now she's in me, always with me, tiny dancer in my hand


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h38
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   Pra você e o seu sorriso

Green Day - Good Riddance (Time Of Your Life)
Another turning point
A fork stuck in the road
Time grabs you by the wrist
Directs you where to go
So make the best of this test
And don¿t ask why
It¿s not a question
But a lesson learned in time

It¿s something unpredictable
But in the end is right
I hope you had the time of your life

So take the photographs
And still frames in your mind
Hang it on a shelf of
Good health and good time
Tattoos of memories
And dead skin on trial
For what it¿s worth
It was worth all the while

It¿s something unpredictable
But in the end is right
I hope you had the time of your life


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h35
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   Para embalar Cachoeiras...

Jesus and Mary Chain - Some Candy Talking
I'm going down to the place tonight
To see if I can get a taste tonight
A taste of something warm and sweet
That shivers your bones and rises to your heat

I'm going down to the place tonight
The damp and hungry place tonight
Should all the stars shine in the sky
They couldn't outshine your sparkling eyes
But it's so hard to be the one
To touch and tease and to do it all for fun
But it's too much for a young heart to take
Cause hearts are the easiest things you could break

And I talk to the filth and I walk to the door
I'm knee deep in myself
But I want to get more of that stuff
Of that stuff

Some candy talking
Talk

And I want
And I want
Some candy talking

Some candy talk

I love the way she's walking
I love the way she's talking
It's just the way she's walking
It's just the way she's talking

And I need
All that stuff
Give me some
Of that stuff
I want your candy. I want your candy
And I need
Give me some
Of your stuff
Give me some
I want your candy. I want your candy.
I want your candy. I want your candy.
I want stuff

Stereophonics - Handbags and Gladrags
Ever see a blind man cross the road
Trying to make the other side
Ever see a young girl growing old
Trying to make herself a bride

So what becomes of you my love
When they have finally stripped you of
The handbags and the gladrags
That your poor old Grandad had to sweat to buy you

Once I was a young man
And all I thought I had to do was smile
Well you are still a young girl
And you bought everything in style

So once you think you're in you're out
'Cos you don't mean a single thing without
The handbags and the gladrags
That your poor old Grandad had to sweat to buy you

Sing a song of six-pence for your sake
And take a bottle full of rye
Four and twenty blackbirds in a cake
And bake them all in a pie

They told me you missed school today
So what I suggest you just throw them all away
The handbags and the gladrags
That your poor old Grandad had to sweat to buy
Oh oh

They told me you missed school today
So what I suggest you just throw them all away
The handbags and the gladrags
That your poor old Grandad had to sweat to buy you

Stereophonics - Watch Them Fly Sundays
I'd just like to say
I remember the day
I first woke with you

Some days I have to admit
The way we happened to meet
Was strange 'cos it was new

Not drinking no more
Not drinking no less
Not sleeping at all
Never in the same bed
Undressed at the bar
Engraved bench in the park
We'd watch them fly Sundays

Fly birds round my head again
Laughed at the words you said
I pushed the boat back to you
I flew from the rain again
Killed you with what I said
You already knew

Not thinking no more
Not drinking no less
Not sleeping at all
Never in the same bed
Undressed at the bar
Engraved bench in the park
We'd watch them fly Sundays

They say if something
Should fly away
And it fly's back to you again
Then it is yours

Placebo - Days Before You Came
Days before you came
Freezing cold and empty
Towns that change their name
And a horn of plenty

Days before you came
Counting breaths inside me
Even crack cocaine
Couldn't start to hide me
Won't you join me now
Baby's looking torn and frayed
Join the masquerade
Join the masquerade
Won't you join me now
Baby's looking to get laid
Join the masquerade
Join the masquerade

Days before you came
It always seemed enticing
to be naked and profane
there is no denying
Days before you came
Thunderbolts and lightning
Each day a brand new vein
Each tourniquet colliding
Didn't what you anyway x 4

Won't you join me now
Baby's looking torn and frayed
Join the masquerade
Join the masquerade
Won't you join me now
Baby's looking to get laid
Join the masquerade
Join the masquerade
Days before you came



Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h34
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   Uma música do mestre Loo Reed que me acompanhou nos últimos dias:

Just a perfect day,
Drink Sangria in the park,
And then later, when it gets dark,
We go home.
Just a perfect day,
Feed animals in the zoo
Then later, a movie, too,
And then home.

Oh it's such a perfect day,
I'm glad I spent it with you.
Oh such a perfect day,
You just keep me hanging on,
You just keep me hanging on.

Just a perfect day,
Problems all left alone,
Weekenders on our own.
It's such fun.
Just a perfect day,
You made me forget myself.
I thought I was someone else,
Someone good.

Oh it's such a perfect day,
I'm glad I spent it with you.
Oh such a perfect day,
You just keep me hanging on,
You just keep me hanging on.

You're going to reap just what you sow,


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 15h08
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   Tentativa de um Tomate-Ator

Texto do ex-jornalista Danilo Chamadoira (www.quizumba.blogger.com.br), primeira colaboração para este blog

Gangues de N. Y. é, antes de tudo, um filme grandioso. Um épico. Com essa premissa, já dá pra analisá-lo de maneira diferenciada, justamente porque, apesar de ainda ser hollywoodiano e, por conseqüência, americanizado, está situado numa outra categoria de filmes, distinta dos normalmentes produzidos por aí.
Scorcese não poupou tinta vermelha e/ou catchup nesse filme. Suas batalhas ¿ a inicial é de espocar a hemorróida ¿ são de uma violência que nos deixa totalmente exasperados. Empata, portanto, com os 30 minutos iniciais de "O Resgate do Soldado Ryan", descontados, logicamente, os contextos de cada um.
Pois, no enredo, em meados do séc. 19, há um garoto irlandês de nome Amsterdam que assiste de camarote seu pai, pastor e líder da "gangue" Coelhos Mortos (Liam Neeson), ser assassinado por Bill The Butcher (Daniel Day-Lewis), líder dos Nativistas, a outra facção, na luta inicial do filme, em que ambos buscavam o controle de Five Points, bairro ao sul de Manhattan, um lugar pra lá de miserável, sendo o garoto, então, mandado a um orfanato.
A dedução de que esse menino vingará a morte de seu pai é automática, o que me fez também já traçar toda a trama do filme: ele ficará revoltado, voltará ao Five Points, será líder de uma outra gangue e matará o açougueiro assassino. Mas... não é bem assim... estamos falando de um filme de Scorcese de mais de 2 horas de duração!
Ok! Ele se transforma em Leonardo de Caprio, ficará revoltado e voltará ao Five Points, mas, marcado por seu passado e pressionado pelo status e a grana do presente, acaba não só se aliando, como até se tornando um "afilhado" de Bill Butcher. Estranho?
Percebe-se, aí, a total ambigüidade de seu caráter, que ora quer vingar seu pai, ora quer manter o respeito de seu padrinho e da sociedade local, conquistado à base de muito furto, propina à polícia local e muito falatório.
Contextualizando: num momento assistimos o eterno conflito das gangues em Five Points. Noutro, paralelamente, vemos a convocação dos jovens irlandeses recém chegados à América para outro conflito, este mais amplo, que é a própria Guerra da Secessão, que inclusive permeia toda a estória. E, em terceiro, por culpa de Scorcese, vemos um outro conflito, interno agora, do jovem Amsterdam, que dá o tom do filme. Complexo.
Obviamente que também há uma musa, encarnada pela deliciosa Cameron Díaz, numa personagem que foge à regra hollywoodiana do bom-mocismo e do politicamente correto quando é retratada a história dos EUA, pois trata-se de uma ladra (e das boas!) de marca maior. Personagem forte que é, ela reforça ainda mais a complexidade de visões do filme, pois se relaciona com o "mocinho" Amsterdam, mas também se rende a Butcher, o onipresente e todo-poderoso, para desespero do jovem destemido.
O final nem vou contar pra não perder a graça, mas tenho que dizer que esperava mais desse filme. Talvez a edição utilizada por Scorcese seja a culpada pela minha pequena decepção ¿ li que ele cortou 50 minutos dos 220 originais -, pois ora o filme é ágil, ora lento (há uma incômoda "barriga" no meio do filme), causando uma estranha sensação de "tá raso, tá fundo, tá raso, tá funsei como deve ser difícil para alguém tomar uma decisão destas, como deve ser difícil para alguém achar que nada mais vale a pena a ponto de se matar.
Na nota da Agência Estado seu nome completo, a hora do atropelamento e uma frase: ¿A via foi fechada parcialmente e houve lentidão de três quilômetros.¿ Assim um amigo deixou o mundo, provocando uma lentidão de três quilômetros. Pena! Que ele Descanse em Paz!

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 18h06
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   Tentativa de um Tomate-Ator

Texto do ex-jornalista Danilo Chamadoira (www.quizumba.blogger.com.br), primeira colaboração para este blog

Gangues de N. Y. é, antes de tudo, um filme grandioso. Um épico. Com essa premissa, já dá pra analisá-lo de maneira diferenciada, justamente porque, apesar de ainda ser hollywoodiano e, por conseqüência, americanizado, está situado numa outra categoria de filmes, distinta dos normalmentes produzidos por aí.
Scorcese não poupou tinta vermelha e/ou catchup nesse filme. Suas batalhas ¿ a inicial é de espocar a hemorróida ¿ são de uma violência que nos deixa totalmente exasperados. Empata, portanto, com os 30 minutos iniciais de "O Resgate do Soldado Ryan", descontados, logicamente, os contextos de cada um.
Pois, no enredo, em meados do séc. 19, há um garoto irlandês de nondo". Mas quanto à interpretação, não há o que meter o pau. A atuação de Day-Lewis é magistral, porque compôs uma personagem que, apesar da crueldade, ainda consegue ser leve e sutil em alguns momentos. Leozinho e Cameron também estão muito bem, bem acima da média, superiores a todos os filmes que já fizeram (inclusive o ótimo "Quem Vai Ficar com Mary").
Vale também destacar a trilha sonora, que ao longo do filme é fantástica, mas que não conseguiu ser contida no final, pois há aquelas músicas de fim de filme ¿tchâm-tchâm-tchâm-tcham-rã! ¿ que brocha um pouco, e os figurinos, impecáveis.
O que concluo no final? Que vale ¿ e muito ¿ assisti-lo. Primeiro, por ter sido dirigido por Scorcese e, segundo, porque, apesar das falhas vistas por mim, confiem, é diferente de todos os filmes que já vi.
Assistam e discutiremos. Mas acho que não haverá unanimidade. Até porque ela é burra!

Beijos

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 14h40
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   "Queria estar completo quando nos reencontrássemos, para a você dar-me
melhor: Mas como estar completo se a parte que me falta eu só terei de
volta quando a resgatar de ti."

(Thorson Mells )



Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 13h14
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   Silêncio
Não suporto o som do seu silêncio
Que corta a minha pele
Deixando a mostra a carne
e o sangue do meu corpo

Esperei horas para ouvir a sua voz
Mas percebi que ela não veio
Veio apenas o vazio do meu desejo
E do som amargo do seu silêncio

Te ler
Como é bom ler
as tuas cartas
as tuas palavras
a tua mão

Como é bom ler
as tuas frases
as tuas fases
O teu não

Como é bom ler
teus pensamentos
teus sentimentos
o teu coração

Como é bom te ler
Sempre


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h13
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   De um passado distante, sem permissão!
Um lágrima fugiu do meu rosto
uma lágrima pequena, quase sem cor
uma lágrima molhou o meu sorriso
uma simples lágrima revelou minha dor

Não sei se um dia chorei
Nem sei se eu quero chorar
Mas lembrei o quanto eu amei
Uma lágrima percorreu meu olhar

Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 11h43
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   A tristeza é senhora,
Desde que o samba é samba é assim
A lágrima clara sobre a pele escura,
a noite e a chuva que cai lá fora
Solidão apavora,
tudo demorando em ser tão ruim
Mas alguma coisa acontece,
no quando agora em mim
Cantando eu mando a tristeza embora,
Cantando eu mando a tristeza embora


Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 11h31
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   Quando me sinto assim, volto a ter 30 anos
Amigos ficando velhos, chegando aos 30. Turma de 73, aqueles moleques que estavam no Jô A da Cásper. Na classe vagão. Todos carecas, todos iguais. Todos querendo parecer diferente. Sem se conhecer.
Dois dos meus melhores amigos estão vivendo as experiências dos 30 anos. O Danilo no dia 18 de janeiro. O Cainho vai fazer amanhã, 4 de fevereiro. O tempo passa par todo mundo. Não seria diferente para estes dois jornalistas que traíram a raça e se venderam. Danilo virou advogado, quer ser juiz. Imagina! Menino sem salvação, alma vendida ao demônio. Jornalista e Juiz de Direito. O cainho tentou ser publicitário, mas foi demitido pelo irmão, imagina, sangue do seu sangue te mandando pra rua. Restou a bela profissão de Marketing. Ta numa Multi brasileira, a Weg, feliz, em Santa Catarina, transformando Energia em Soluções.
Meninos, vocês não sabem o que o nosso pequeno mundo de letras perdeu. Cainho é um dos melhores textos que já li. O filho da puta escreve bem pra caralho. O Dan é rei. Texto com humor, com cinismo, com o estilo Danilo de chutar o Balde. Azar das nossas redações. Sorte deste amigo que pode ler os vários correios que um grupo de loucos escreve todo dia. Interessou: www.cofi.blogger.com.br. Nós somos nosso pior pesadelo. A página não tem nada demais, apenas um papo bobo de amigos, que se encontram para uma cerveja virtual.
Amigos que também sabem falar sério. Que sabem dar e receber conselhos. Mais velhos falando para os mais novos, mais novos falando para os mais velhos. Acho que vai ser sempre assim, desde o tempo do Bob´s, das horas jogando forca, falando sobre música e rindo. Como a gente sempre riu um do outro.
Lembro de uma frase dita no churrasco. Acho que foi da Natasha, santa mulher que agüenta o Caio. Depois de um fim de semana inteiro com nos 4, o André também estava, ela perguntou: Vocês nunca concordam um com o outro?
A resposta foi um delicioso não. NUNCA.
Assim crescemos e nos divertimos. Assim somos amigos, nas intermináveis discussões. Nas criações dos gerados de sanduíches, na proteção do meu brioco e nas reuniões ocultas, para salvar amigos tristes e trazer de volta a boa terra àqueles que um dia saíram de lá. Quando o Digão me falou isso dei muita risada. Amigos são para isso. Das bebidas no Sasha, dos encontros em Pizzarias na Vila Mada, das Skols geladas bebidas em JARAGUÁ. Foto que ilustra o computador deste escriba.
Engraçado ver estes dois caras com 30 anos. O cainho já ta casadão de velho, com uma filha linda, a linda Marina (quero uma igual), com dois cachorros, casa com pomar, daqui a pouco com piscina, é orador profissional, mestre de cerimônias, aventureiro das serras catarinas, pegador de mocréias, eleito o macho do século e míope.
Danilo também é míope. Vai ser pai da Maria Luíza, tem a sorte te ter encontrado a Márcia para agüenta-lo. É ator, sonoplasta, diretor, interprete, músico, advogado, redator, teve a lua feita pelo Capovilla, é padrinho de casamento do Edinho, que ele julga ser um ex viado, usa uns coletinhos muito cafonas, adorava andar de toca fita de bandeja pela Faculdade e não consegue sair em Sampa sem passar na Paulista.
Aos meus dois amigos de coração (André, daqui a pouco é sua vez, e Cardoso, quando você chegar aos 20 eu escrevo pra você) um feliz aniversário! Não vai ter presente, como naquele dia dos namorados de 92. A fita do Dan virou um Cd que está tocando em casa, o Cainho perdeu a dele, mas tranqüilo, 5 mudanças fazem isso. Lembrem-se 30 anos é foda. Queridos companheiros de Cásper, irmãos de alma e coração, filhos da puta de primeira grandeza, sejam bem vindos à decadência total. O inferno começa aqui e ele é maravilhoso.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 20h02
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   Let it be
Quem me conhece sabe que se existiu uma banda de rock no mundo, para mim, esta banda nasceu em Liverpool e chama-se Beatles. Quando fui a Londres, cruzei a Abbey Road várias vezes, só para me sentir um pouco mais Beatle. Invadi a Apple e bombei com as espanholas, amantes de Ringo, depois, ainda bati uma foto nas escadarias com a Bárbara, uma sozinha (ela ficou meio puta, mas ser beatlemaníaco é assim) e ainda fui olhar como é por dentro o maior estúdio do mundo. Ainda vou para Liverpool.
Bom, nesta segunda de sono me deparo com mais uma grande notícia. Uma nova versão do disco dos Beatles "Let It Be", sem os arranjos orquestrais, deve chegar às lojas ainda este ano. "Let It Be" foi o último disco lançado pelos Beatles, em 1970, antes do fim do grupo. É um disco confuso, e feito meio de sobras, com o clima terrível entre os quatro. Farpas atiradas para todos os lados. Gravado em 69, a maior parte do disco foi gravada em 69, antes do Abbey Road.
Apesar de todas as críticas negativas que o disco recebeu em nome dos arranjos de Spector, apenas três músicas receberam alterações significativas de arranjo: "The Long and Winding Road", "Across the Universe" e "I Me Mine".
O disco sai sem a participação do arranjador Phil Spector, que adicionou as maciças partes orquestrais às canções. Esta participação gerou críticas negativas e reclamações de integrantes da banda, principalmente de Paul McCartney, que não gostou do arranjo de "The Long and Winding Road".
Para o narigudo Ringo, a nova versão, sem os densos arranjos de Spector - conhecidos como "wall of sound" - é excelente. Parece que George Harrison havia aprovado a nova versão de "Let It Be" antes de sua morte.
Apesar de todas as críticas negativas que o disco recebeu em nome dos arranjos de Spector, apenas três músicas receberam alterações significativas de arranjo: "The Long and Winding Road", "Across the Universe" e "I Me Mine". "Let it Be" tem clássicos como "Across the Universe" e "Get Back". Mais uma vez, vou comprar um Cd repetido, mas isso não é novidade.

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Escrito por SINAIS DE FUMAÇA às 12h03
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